Luta contra violência à mulher une presidente, ouvidora da Mulher do TJTO e jalapoeiras em roda de conversa no Pop Rua Jud de Mateiros

Rondinelli Ribeiro A imagem mostra uma roda de conversa focada no combate à violência contra a mulher, durante a ação do Pop Rua Jud, com várias pessoas, incluindo um grupo de pessoas sentadas ouvindo uma apresentação.

A presidente Maysa Vendramini Rosal e a ouvidora da mulher do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), desembargadora Ângela Prudente, que também é coordenadora regional do Pop Rua Jud, participaram de uma roda de conversa focada no combate à violência contra a mulher, durante a ação do Pop Rua Jud, na manhã desta quarta-feira (22/10), em Mateiros. O encontro com as mulheres jalapoeiras teve como objetivo sensibilizar, acolher e fortalecer a rede de apoio em situação de vulnerabilidade.

Em nome do Poder Judiciário do Tocantins, a presidente Maysa Vendramini Rosal destacou que a Ouvidoria da Mulher do Judiciário está presente na ação para oferecer “acolhimento” e “escuta ativa”. Ao citar o lema de uma das cartilhas do projeto, “A vida começa quando a violência acaba”, a desembargadora ressaltou que este é um momento de reflexão.

“A violência contra a mulher extrapola as questões econômicas”, afirmou. “Infelizmente, em nosso país, ainda é uma realidade que atinge todas as classes sociais, todas as raças”, completou a presidente.

A presidente do TJ detalhou as várias formas de agressão, como a psicológica, a física e a patrimonial, e observou que, muitas vezes, a falta de independência econômica faz com que a mulher “se sujeite a esse tipo de violência”. Desembargadora Maysa  pediu às mulheres presentes que atuem como “multiplicadoras” da informação, para reforçar que nenhum tipo de agressão pode ser permitido.

A coordenadora do Pop Rua Jud e ouvidora da mulher, desembargadora Ângela Prudente, em sua fala, enfatizou a importância do trabalho conjunto e defendeu a união das mulheres. “Nós precisamos estar juntas”, declarou. Ela sublinhou que a aproximação do Judiciário com a comunidade é uma “grande oportunidade” para que as mulheres conheçam os tipos de violência existentes, física, psicológica e patrimonial.

O objetivo, segundo a desembargadora Ângela Prudente, é que, mesmo quem não sofre diretamente com o problema, saiba como agir, como procurar e quais os serviços oferecidos pela rede de apoio, caso uma vizinha ou conhecida precise de ajuda.

Depois da palestra, uma comitiva dos(as) dirigentes dos órgãos estaduais levou o ministro Carlos Augusto Brandão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para conhecer a comunidade quilombola Mumbuca, uma das beneficiadas pela ação Justiça Cidadã no Cerrado, organizada pela Justiça Federal, em parceria com o Tribunal de Justiça (TJTO) e outras instituições.

 


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