Pleno do Tribunal de Justiça aprova Planejamento Estratégico 2021/2026 com a missão de garantir a cidadania através de uma justiça célere, segura e efetiva

“Garantir a cidadania através da distribuição de uma justiça célere, segura e efetiva” será a nova missão que balizará a identidade organizacional do Poder Judiciário tocantinense para o sexênio 2021/26 do seu Planejamento Estratégico, aprovado na última sexta-feira (11/12),  pelo Tribunal Pleno, e que abriga 12 macrodesafios definidos a partir das perspectivas da sociedade, dos processos internos e do aprendizado e crescimento (recursos), acompanhados de seus respectivos indicadores de desempenho, que foram consolidados na Reunião Virtual de Análise da Estratégia pela Equipe de Líderes (RAE), no último dia 9 de novembro.   

Ainda no âmbito identidade organizacional, a visão atualizada do Judiciário tocantinense é estar entre os melhores Tribunais de Justiça e ser reconhecido como mais moderno, célere, efetivo e sustentável até 2026. E agora acompanhada por eficiência, ética, credibilidade, presteza, inovação e cooperação, responsabilidade social, transparência, comprometimento e sustentabilidade, acessibilidade e inclusão.

Direitos Fundamentais

A Garantia dos Direitos Fundamentais é um dos macrodesafios atualizados para os próximos seis anos do Judiciário tocantinense, na perspectiva da sociedade, e busca  “assegurar o direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, bem como atenuar as desigualdades sociais, garantir os direitos de minorias e a inclusão e acessibilidade a todos".  Tendo como indicadores de desempenho o Índice de Acesso à Justiça (IAJ), o macrodesafio propôs as iniciativas Arte e Ofício Familiar; Ecos da Justiça e Cidadania; e a implementação de Política Judiciária de Igualdade Racial.

Produtividade na Prestação Jurisdicional

Já em relação à perspectiva dos processos internos, o macrodesafio é Agilidade e Produtividade na Prestação Jurisdicional, cuja finalidade é “materializar a razoável duração do processo em todas as suas fases”. Nesse sentido, entre outros pleitos, busca garantir a prestação jurisdicional efetiva e ágil, com segurança jurídica e procedimental na tramitação dos processos judiciais.

Esse macrodesafio é balizado por seis indicadores de desempenho, entre os quais a Taxa de Congestionamento das execuções fiscais; e o tempo de tramitação dos processos pendentes, considerando as fases dentro do Judiciário. E teve como propostas aprovadas a unificação cartorária, a modernização da Contadoria Judicial Unificada (Cojun) e o Juízo 100% Digital.

É dos processos internos também que vem o macrodesafio Enfrentamento à Corrupção, à Improbidade Administrativa e aos Ilícitos Eleitorais, que compreende atos como os que visem “à proteção da coisa pública, à integridade nos processos eleitorais, à preservação da probidade administrativa internamente e externamente ao enfrentamento dos crimes eleitorais e contra a administração pública”. 

O Índice de Prescrição, o tempo médio de tramitação dos processos administrativos disciplinares; e o tempo médio dos processos pendentes de improbidade, corrupção e crimes eleitorais são os indicadores de desempenho do macrodesafio.

Gestão de Pessoas

Já sob a perspectiva do aprendizado e crescimento (recursos), o macrodesafio Aperfeiçoamento da Gestão de Pessoas, que trata do conjunto de políticas, métodos e práticas adotados na gestão de comportamentos internos do órgão, favorecendo, entre outros, o desenvolvimento profissional visando o efetivo dos objetivos estratégicos da instituição, contempla um amplo leque de ações relacionadas aos servidores, entre as quais a valorização dos servidores; a humanização nas relações de trabalho; a promoção da saúde; e o aprimoramento contínuo das condições de trabalho.

Com o Projeto Qualidade de Vida em andamento, seus indicadores de desempenho são o Índice de absenteísmo (doença), o percentual da força de trabalho total participante de ações de qualidade de vida no trabalho (PRQV) e os índices de capacitação de magistrados e servidores.

Além dos abordados acima, os outros macrodesafios aprovados pela RAE foram Fortalecimento da Relação Institucional do Poder Judiciário com a Sociedade; Enfrentamento à Corrupção, à Improbidade Administrativa e aos Ilícitos Eleitorais; Prevenção de Litígios e Adoção de Soluções Consensuais para os Conflitos; Consolidação dos Sistemas de Precedentes Obrigatórios; Promoção da Sustentabilidade; Aperfeiçoamento da Gestão da Justiça Criminal; Aperfeiçoamento da Gestão Administrativa e da Governança Judiciária; Aperfeiçoamento da Gestão Orçamentária e Financeira; e Fortalecimento da Estratégia Nacional de TIC e de Proteção de Dados.

Confira os detalhes dos 12 macrodesafios aqui.

Texto: Marcelo Santos Cardoso

Comunicação TJTO


Fechar Menu Responsivo
Busca Processual Jurisprudência Diário da Justiça
Rolar para Cima
Nós usamos cookies
Usamos cookies ou tecnologias similares para finalidades técnicas e, com seu consentimento, para outras finalidades, conforme especificado na política de cookies. Negá-los poderá tornar os recursos relacionados indisponíveis.