Ouvidora da Mulher do TJTO participa do 6º Encontro do Colégio de Ouvidorias Judiciais das Mulheres 

Cecom/TJGO Em um auditório iluminado, um grupo de cerca de 40 pessoas — a maioria mulheres — posa para uma foto oficial em frente a uma tela de projeção. No centro do telão, lê-se: “VI Encontro do Colégio de Ouvidorias Judiciais das Mulheres (Cojum)”.  As participantes estão dispostas em duas fileiras, sorrindo, com trajes formais e elegantes em tons claros, escuros e florais. O ambiente transmite seriedade e acolhimento, com cadeiras dispostas ao redor e painéis decorativos ao fundo. À direita, há um painel com a frase “Inscrições Oficinas”. A imagem simboliza a união e o compromisso das ouvidorias do Judiciário na defesa dos direitos das mulheres.

Debater o papel das ouvidorias nas Políticas Judiciárias e promover o fortalecimento do diálogo entre o Judiciário e a sociedade civil para melhoria dos serviços prestados às mulheres vítimas de violência. É com este objetivo que ouvidores (as) da Mulher de todo o país estão reunidos(as) até sexta-feira (31/10), em Goiânia, para o 6º Encontro do Colégio de Ouvidorias Judiciais das Mulheres (Cojum). Representando o Judiciário do Tocantins, participa do evento a ouvidora da Mulher, desembargadora Ângela Prudente.

A palestra magna de abertura, na quarta-feira (29/10), foi ministrada pela professora e doutora em Ciência Política da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Daniela Barcellos, com o tema “As Ouvidorias da Mulher no Cenário Global: Boas Práticas Internacionais e a Conexão com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 5 da Agenda 2030”.

Durante a apresentação, a pesquisadora destacou os quatro pilares essenciais das ouvidorias: a institucionalização, com a formalização das estruturas e criação oficial das ouvidorias; a infraestrutura, com canais de atendimento físico e digital adequados; a escuta ativa, com capacitação em gênero e práticas de acolhimento qualificado; e o compromisso social, com respostas efetivas e incentivo à cultura de escuta empática.

Para a ouvidora do TJTO, o encontro proporciona debates enriquecedores sobre o papel das ouvidorias no enfrentamento à violência de gênero e na promoção de políticas públicas voltadas à proteção e ao acolhimento das mulheres. “Participar deste encontro é renovar o compromisso de levar todo esse conhecimento para o aprimoramento da atuação da Ouvidoria da Mulher do Tribunal de Justiça do Tocantins, consolidando-a como um espaço de escuta ativa e qualificada, acolhimento e transformação social”, afirmou.

“Nos reunimos não apenas para falar, mas para ouvir - e ouvir é o verbo mais humano que existe. Quem escuta, acolhe. E quem acolhe, transforma”,  complementou a anfitriã do evento, a ouvidora da Mulher do TJGO, desembargadora Juliana Prudente.

 


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