NAPsi/TJTO marca presença no maior congresso de Avaliação Psicológica do país

Divulgação Descrição da imagem (da esquerda para a direita): Os psicólogos Janaína Araújo, Bárbara Camargo e Tássio Soares posam sorridentes em frente ao painel oficial do XII Congresso Brasileiro de Avaliação Psicológica. O fundo colorido em tons de azul, laranja e roxo traz o nome do evento em destaque, além de ilustrações estilizadas de monumentos e edificações. Todos vestem roupas sociais e usam crachás de identificação do congresso. O clima parece ameno, sugerindo temperaturas mais baixas.

Os psicólogos Bárbara Camargo, Janaína Araújo e Tássio Soares, que integram o Núcleo de Assistência Psicossocial do Tribunal de Justiça do Tocantins (NAPsi/TJTO), participaram do XII Congresso Brasileiro de Avaliação Psicológica, realizado entre os dias 14 e 18 de julho, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte (MG).

O congresso foi promovido pelo Instituto Brasileiro de Avaliação Psicológica (IBAP), com apoio do Conselho Federal de Psicologia (CFP), da UFMG, da CAPES e do CNPq. Nesta edição, o tema central foi “Justiça, proteção e promoção dos direitos humanos”, destacando o papel essencial da Psicologia na construção de uma sociedade mais justa, no enfrentamento à violência e na promoção da saúde mental.

Durante o evento, o psicólogo Tássio Soares apresentou, em coautoria com a professora Sandra Elisa de Assis Freire, da Universidade Federal do Delta do Parnaíba, a pesquisa “Autocompaixão e relacionamentos amorosos: o papel da Psicologia Positiva na mensuração e construção de vínculos saudáveis”. A equipe do NAPsi também compartilhou a experiência institucional do TJTO com o relato “A avaliação psicológica e a identificação de casos sensíveis no atendimento clínico institucional”.

A participação no congresso faz parte das ações de formação continuada dos profissionais do NAPsi e fortalece o compromisso do Poder Judiciário tocantinense com práticas qualificadas de cuidado, escuta sensível e promoção da saúde mental no ambiente de trabalho. Por meio de metodologias que valorizam a dignidade humana, o núcleo contribui para o aprimoramento da cultura organizacional e da qualidade da prestação jurisdicional no estado.




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