Magistrada fala sobre enfrentamento à violência doméstica a profissionais de saúde e assistência social de Paraíso

A imagem mostra uma sala ampla, iluminada por lâmpadas fluorescentes, onde acontece uma palestra sobre violência contra a mulher. À frente, uma mulher negra de cabelos crespos soltos, vestida com blusa branca e saia preta, está em pé apresentando o conteúdo que aparece projetado em um telão. O slide mostra a frase “Violência contra a mulher” acompanhada de uma ilustração colorida. Atrás dela, um homem de camisa verde está sentado à mesa, aparentemente auxiliando na condução do encontro. As cadeiras estão dispostas em fileiras, todas ocupadas por pessoas atentas, em sua maioria mulheres, algumas fazendo anotações ou registrando com o celular. No canto esquerdo da imagem, um jovem escreve em um caderno apoiado sobre uma pasta laranja, enquanto outra pessoa próxima observa a apresentação. O ambiente transmite a ideia de um encontro educativo e de conscientização, voltado à discussão de um tema social importante.

Na Semana Justiça pela Paz em Casa, a juíza Renata do Nascimento e Silva, da Comarca de Paraíso do Tocantins, ministrou, nesta quarta-feira (20/8), uma palestra sobre violência doméstica para servidores da Secretaria Municipal de Saúde e da Assistência Social do município.

O evento foi realizado na sede da Secretaria Municipal de Saúde e reuniu profissionais que atuam diretamente na rede de proteção e acolhimento às vítimas, fortalecendo a articulação entre os serviços de saúde, assistência social e sistema de justiça.

Durante a palestra, a magistrada abordou temas como a Lei Maria da Penha, os tipos de violência doméstica e as formas de acesso aos serviços especializados disponíveis para mulheres em situação de violência, com destaque para os mecanismos de denúncia e proteção.

A ação integrou as atividades do Projeto Lírios do Cerrado, iniciativa de educação em saúde voltada à qualificação da rede de atenção integral às pessoas em situação de violência. A proposta busca implementar protocolos e linhas de cuidado que orientem os atendimentos, promovendo maior eficiência e sensibilidade no acolhimento às vítimas e contribuindo para o fortalecimento da rede de proteção no Estado.


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