Juiz do TJTO é eleito vice-presidente do Colégio de Coordenadores da Infância e Juventude dos Tribunais de Justiça do Brasil

Euler Júnior/TJMG Três juízes, sendo dois homens e uma mulher, que está à esquerda, posam para foto durante evento, vestindo trajes formais.
Juiz Adriano Gomes de Melo (D) compõe a nova diretoria do Colégio de Coordenadores da Infância e da Juventude dos Tribunais de Justiça do Brasil

O juiz titular do Juizado Especial da Infância e Juventude de Palmas, Adriano Gomes de Melo Oliveira, foi eleito vice-presidente do Colégio de Coordenadores da Infância e da Juventude dos Tribunais de Justiça do Brasil (Colinj). A eleição e posse da nova diretoria ocorreram na última quarta-feira (14/5), durante o XXVI Colinj, realizado em Belo Horizonte (MG).

Para a presidência da entidade, foi eleito o juiz Hugo Gomes Zaher, do Tribunal de Justiça da Paraíba. Já a juíza Luciana Assad Luppi Balalai, do TJ do Paraná, foi escolhida como secretária.

Segundo o juiz Hugo Zaher, a nova diretoria assume o compromisso de dar continuidade às ações estratégicas desenvolvidas pelas gestões anteriores, com foco na atuação cooperativa, no fortalecimento institucional e no aprimoramento das políticas judiciárias voltadas à proteção de crianças e adolescentes.

Entre as diretrizes apresentadas estão a aproximação com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para atualização da Resolução nº 94; o alinhamento técnico com o Conselho Nacional de Supervisores do Sistema Socioeducativo (Consup); o aprofundamento do diálogo com fóruns e instituições parceiras, como Fórum Nacional da Infância e da Juventude (Foninj), Fórum da Saúde (Fonajus), Abraminj, Angaad e Arpen Brasil; além da articulação com universidades e escolas de magistratura para fomentar a produção de conhecimento e ações formativas.

 

Sobre o Colinj

O Colégio de Coordenadores representa um espaço de construção colaborativa de propostas, com participação ativa dos Tribunais de Justiça de todo o país. Sua atuação contribui diretamente para a implementação de políticas públicas e para a efetividade do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).


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