Gestão 2023/2025: esforços concentrados para a sustentabilidade e estímulo à eficiência dos serviços ao (à) cidadão (ã)

Elias Oliveira Três mulheres catadoras de materiais recicláveis e duas servidoras do Poder Judiciário do Tocantins com sacolas, em pé, em frente a um veículo com o porta-malas aberto, durante drive-thru da coleta solidária na porta do Tribunal de Justiça
3º Drive-Thru de Coleta Seletiva Solidária realizada pelo Poder Judiciário do Tocantins contribuiu com associações e cooperativas que trabalham com reciclagem de resíduos sólidos

Área estratégica no Poder Judiciário do Tocantins, a sustentabilidade é foco das metas 20 e 21 do Plano de Gestão 2023/2025. Sob a gestão da desembargadora Ângela Prudente, vice-presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) e presidente da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável (PLS/PJTO), as propostas contam com esforços concentrados para o êxito das ações nesse sentido.

No caso da Meta 20, referente à elaboração e execução do PLS 2023-2024, norteados pela Resolução nº 400/2021, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a desembargadora informa que, em dezembro do ano passado, foi publicado o novo Plano de Logística Sustentável para orientar as ações do Poder Judiciário do Tocantins no biênio 2024/2026.

“O documento em vigência foi pensado para abordar os temas água, energia, impressão, gestão de resíduos, reformas, construções, entre outros, de forma mais objetiva, com vistas a potencializar seu alcance para todo o nosso corpo funcional e, com isso, imprimir-lhe mais efetividade”, destacou a presidente da comissão gestora do PLS/PJTO.

O Plano de Logística Sustentável é um instrumento estratégico dentro de uma organização, que permite estabelecer e acompanhar práticas de sustentabilidade, racionalização e qualidade, além de objetivar a melhor eficiência do gasto público e da gestão dos processos de trabalho.

Outra novidade é que o plano também foi elaborado sobre os pilares da linguagem simples, uma pauta da atual gestão. Essa versão foi apresentada em março, com o objetivo de facilitação visual do PLS. “Um documento único que, por meio do design do artista Sidan Orafa, externaliza sua essência e contribui para a difusão de suas diretrizes de forma fácil, compreensível e acessível aos públicos interno e externo”, comenta a desembargadora.

 

Índice de Desenvolvimento Sustentável

No que diz respeito à Meta 21, que visa incrementar o Índice de Desenvolvimento Sustentável (IDS), a desembargadora Ângela Prudente diz que, apesar dos “inúmeros desafios”, o TJTO tem atuado diuturnamente para o incremento do IDS.

desembargadora Ângela Prudente, de blusa clara e calça verde, ao lado de dois magistrados e de servidora da Cogersa e de um homem, junto de um carro estacionado com materiais recicláveis, na porta do Fórum da Comarca de Alvorada, durante drive-thru de coleta solidária
Drive-Thru da Coleta Solidária na Comarca de Alvorada: estímulo à sustentabilidade; foto: Rondinelli Ribeiro

O índice mede a qualidade do Poder Judiciário do Tocantins no Prêmio CNJ de Qualidade e permite avaliar o desempenho dos tribunais em relação à sua atuação e contribuição para o desenvolvimento da sustentabilidade.

“É nesse momento que olhamos para fora e nos situamos em um cenário global, identificando lacunas e concentrando nossos esforços para melhorar os índices, racionalizando o nosso consumo, reduzindo gastos, investindo em construções e contratações mais sustentáveis, entre outras medidas”, enfatiza a desembargadora.

 

Sistema Siga

Nesse contexto, a presidente da Comissão Gestora do PLS menciona o sistema Siga, que conforme define, trata-se de uma ferramenta imprescindível para o monitoramento dos indicadores constantes na Resolução CNJ nº 400/2021 e contemplados no Plano de Logística Sustentável do Judiciário do Tocantins.

“Um sistema que podemos chamar de nosso, desenvolvido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins e que auxilia a gestão no monitoramento mensal de mais de 130 indicadores, cujos resultados são periodicamente encaminhados ao Conselho Nacional de Justiça”, ressaltou a desembargadora Ângela Prudente.

Desembargadora Ângela Prudente em pé, sorrindo, durante feira ecosolidária no TJTO; ela é uma mulher branca, de cabelos claros; usa blusa branca, calça cinza e colares.
Desembargadora Ângela Prudente é presidente da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável do PJTO e gestora das metas 13, 20 e 21 do Plano de Gestão 2023/2025

De acordo com a vice-presidente, o Tribunal de Justiça do Tocantins tem desempenhado um papel incansável na concretização das diretrizes da sustentabilidade, refletindo o compromisso com a preservação ambiental e a responsabilidade social.

“Esta atuação representa não apenas um compromisso institucional, mas também uma oportunidade de impactar positivamente a vida dos cidadãos, a partir da adoção de práticas que assegurem um meio ambiente saudável para as presentes e futuras gerações.”

Como presidente da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável, conforme a desembargadora, ser designada como gestora das metas 20 e 21 demonstra a confiança da desembargadora Etelvina Maria Sampaio em seu trabalho à frente da comissão. “Encaro essa designação como um desafio, por se tratar, a sustentabilidade, de um tema urgente e sensível, que demanda a união de esforços dos magistrados e colaboradores para o êxito das ações”, frisa.

 

Prêmio CNJ de Qualidade

Além das metas 20 e 21, a desembargadora Ângela Prudente é gestora da Meta 13, que trata do monitoramento para o Prêmio CNJ de Qualidade. Com relação a esse objetivo, a magistrada informa que foi publicada a Portaria TJTO nº 167, de 24 de janeiro de 2024, instituindo o Comitê Gestor do Prêmio CNJ de Qualidade e designando coordenadores para cada requisito da Portaria nº 353/2023, do CNJ. A finalidade é otimizar os trabalhos e um acompanhamento mais especializado.

“Além disso, a Coges (Coordenadoria de Gestão Estratégica) tem diligenciado junto aos coordenadores, auxiliando-os a elaborarem planos de ação para cada requisito, com vistas ao maior alcance na pontuação geral”, afirma.

Apesar de o “Selo Diamante” para o Tribunal de Justiça do Tocantins ainda ser um fato inédito, a desembargadora diz que não é impossível. “Já demonstramos várias vezes o potencial desta corte pequena em porte, mas gigante em colaboradores capacitados e engajados em prol da excelência na prestação jurisdicional, da transparência e da eficiência administrativa”, ressalta.

Segundo a vice-presidente do TJTO, o reconhecimento institucional que o prêmio proporciona em um cenário nacional traz motivação para que o Judiciário tocantinense se torne melhor a cada ano. “Por isso, o envolvimento e comprometimento desta gestão com os objetivos estabelecidos pelo Conselho Nacional de Justiça, como estímulo à eficiência da gestão administrativa e judiciária, do qual o prêmio é uma positiva consequência, reverberando na excelência dos serviços prestados à sociedade tocantinense”, pontua.

Segundo a desembargadora Ângela Prudente, as metas do Plano de Gestão para o biênio 2023-2025 apresentam diretrizes que se juntam com a missão do Poder Judiciário do Tocantins. “Sua execução de forma participativa, como bem elaborado pela nossa presidente, contribui para o alcance dos objetivos estratégicos do Tribunal, alavancando ações e projetos em prol dos nossos jurisdicionados”, conclui a magistrada.


Fechar Menu Responsivo
Busca Processual Jurisprudência Diário da Justiça
Rolar para Cima
Nós usamos cookies
Usamos cookies ou tecnologias similares para finalidades técnicas e, com seu consentimento, para outras finalidades, conforme especificado na política de cookies. Negá-los poderá tornar os recursos relacionados indisponíveis.