Tribunal do Júri: condenado a 12 anos de prisão auxiliar de serviços acusado de matar agricultor em Silvanópolis

Cecom/TJTO Fachada do Fórum de Porto Nacional vista da perspectiva aérea lateral, com parte do estacionamento, jardim frontal, janelas espelhadas e o pórtico branco com letreiros na cor preta

O Tribunal do Júri da Comarca de Porto Nacional condenou o auxiliar de serviços gerais Carlos Alessandro Pereira pelo homicídio qualificado do agricultor Diego Ramalho de Almeida, cometido dia 26/02/2023, em frente a um clube, em Silvanópolis.

Conforme o processo, após uma discussão em festa, o acusado acertou uma facada nas costas da vítima, apontada como a causa da morte do agricultor. Na hora do crime, o auxiliar estava na companhia de Genilson Moura de Aguiar, também denunciado. Como não foi encontrado, Genilson Aguiar responde ao caso em processo desmembrado da denúncia original, e aguarda julgamento.

Durante a sessão do júri, ocorrida dia 23/1, das 8h às 16h20, a defesa do réu alegou que ele agiu em legítima defesa, mas os jurados que reconheceram o réu como autor do crime também confirmaram que houve  emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima.

Após o julgamento, o juiz Alessandro Hofmann Teixeira Mendes, que presidiu a sessão de júri, publicou a sentença que condena o réu a 12 anos de prisão, em regime fechado.  Conforme a sentença, o juiz fez a detração de 575 dias da pena, pois o réu está preso desde o dia 28/6/2023 e ainda terá que cumprir 10 anos, 4 meses e 25 dias de prisão em regime inicial fechado.

Com a decisão, ele permanecerá preso na Casa Provisória de Porto Nacional, para o início do cumprimento da pena definitiva.  Cabe recurso contra a condenação ao Tribunal de Justiça.


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