Tribunais da Região Norte promovem audiência pública virtual para definir metas de 2026 nesta terça-feira (8/7)

Arte digital da campanha da Audiência Pública Virtual da Justiça Estadual – Região Norte. À esquerda, os dizeres: “Audiência Pública Virtual – Justiça Estadual – Região Norte”, com fundo verde em formato do mapa da região Norte. Abaixo, os logotipos dos Tribunais de Justiça dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. À direita, ilustração de grupo diverso de pessoas, incluindo um homem indígena com cocar, mulheres negras e asiáticas, homens brancos e negros, além de duas meninas, representando a diversidade étnica e geracional da população brasileira.

Os Tribunais de Justiça da Região Norte do Brasil, incluindo o Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO), sob a presidência da desembargadora Maysa Vendramini Rosal, realizarão uma Audiência Pública Virtual conjunta, no dia 8 de julho de 2025, das 9h às 11h, no horário de Brasília.

O evento busca a participação popular na elaboração das Metas Nacionais do Poder Judiciário para 2026 e será transmitido ao vivo pelo canal do youtube TJ Rondônia.

Presidentes dos tribunais de Justiça do Acre (TJAC), Amapá (TJAP), Amazonas (TJAM), Pará (TJPA), Rondônia (TJRO), Roraima (TJRR) e do Tocantins (TJTO) assinam o Edital da Audiência Pública.

Conforme o edital, a iniciativa visa cumprir os requisitos da Portaria CNJ nº 411/2024, que regulamenta o Prêmio CNJ de Qualidade 2025, e fortalecer a gestão colaborativa e democrática, conforme diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Resolução CNJ nº 221/2016.

“A audiência pública tem como principal objetivo coletar opiniões, propostas e sugestões de toda a sociedade, incluindo membros da advocacia, Defensoria Pública, Ministério Público, pesquisadores, acadêmicos, universitários e representantes de outras instituições, para o aprimoramento das Metas Nacionais do Poder Judiciário”, explica a presidente do TJTO, Maysa Rosal.

Participação cidadã

Qualquer cidadão poderá se inscrever para participar da sala de videoconferência até o dia 3 de julho de 2025, por meio deste formulário eletrônico. Durante o evento, será possível enviar perguntas e comentários pelo chat da plataforma de transmissão ao vivo, com moderação para garantir a civilidade e pertinência temática. Os dados pessoais coletados serão utilizados exclusivamente para os fins institucionais do evento, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018).

Conforme o edital, cada participante inscrito terá entre 2 e 5 minutos para expor suas considerações sobre as Metas Nacionais, dependendo do número de inscritos. O link para acesso à sala de videoconferência e o tempo de manifestação oral serão enviados um dia antes da audiência.

O edital também veda a utilização do espaço para manifestações de cunho eleitoral, promocional ou não diretamente relacionadas ao objeto do edital.

As propostas e manifestações colhidas na audiência pública serão sistematizadas e encaminhadas ao Conselho Nacional de Justiça pelos Tribunais de Justiça participantes. Casos omissos, dúvidas e pedidos de explicações podem ser direcionados ao e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

A programação da audiência prevê a contextualização pelo TJAM, seguido da apresentação de cada proposta de meta por diferentes Tribunais de Justiça da Região Norte, com a moderação e coleta de perguntas a cargo do TJPA e TJTO, respectivamente.

Proposta de Metas Nacionais do Poder Judiciário para 2026

Entre as propostas de Metas Nacionais do Poder Judiciário para 2026 que serão discutidas estão:

Meta 1 – Julgar mais processos que os distribuídos. 
Meta 2 – Julgar os processos mais antigos.
Meta 3 – Estimular a conciliação.
Meta 4 – Priorizar o julgamento dos processos relativos aos crimes contra a administração pública, à improbidade administrativa e aos ilícitos eleitorais.
Meta 5 – Reduzir a taxa de congestionamento.
Meta 6 – Priorizar o julgamento das ações ambientais.
Meta 7 – Priorizar o julgamento dos processos relacionados aos indígenas e quilombolas.
Meta 8 – Priorizar o julgamento dos processos relacionados ao feminicídio e à violência doméstica e familiar contra as mulheres.
Meta 9 – Estimular a Inovação no Poder Judiciário.
Meta 10 – Promover os direitos da criança e do adolescente.







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