TJTO realiza Dia D da campanha Janeiro Roxo para conscientização da hanseníase nesta quinta-feira (8/1)

Cecom A imagem apresenta uma composição visual em tons de lilás e roxo, associada à campanha Janeiro Roxo. Ao centro, destaca-se um laço roxo estilizado, símbolo da conscientização sobre a hanseníase. À direita, aparece o texto “Janeiro Roxo”, com a palavra “Janeiro” em tom claro e “Roxo” em roxo mais intenso, criando contraste e destaque.

O Tribunal de Justiça do Tocantins, por meio do Centro de Saúde (Cesau/TJTO) realizará, nesta quinta-feira (8/1), das 14h às 17h, o Dia “D” da campanha Janeiro Roxo. A atividade, que acontece no Espaço Médico do tribunal, integra o Calendário de Saúde 2026 e é dedicada à conscientização, prevenção e combate ao estigma da hanseníase.

A ação contará com a oferta de avaliação de pele por especialista, com o objetivo da identificação precoce da doença, além da prestação de orientações preventivas ao público.

Paralelamente à ação de prevenção, será promovida uma campanha de arrecadação de itens de cuidado e proteção da pele, como hidratante, óleo corporal e protetor solar. Caixas coletoras, na cor lilás, serão instaladas na sede do TJTO, nos Anexos I e II, no NAPsi, na Corregedoria-Geral da Justiça e no Fórum de Palmas. A entrega dos donativos arrecadados à Secretaria Municipal de Saúde de Palmas está prevista para o dia 30 de janeiro.

A campanha Janeiro Roxo é uma ação voltada à prevenção e ao tratamento da hanseníase, uma doença infecciosa crônica, curável, que provoca principalmente lesões na pele e danos aos nervos.

O que é hanseníase?

A hanseníase é uma doença causada pela bactéria Mycobacterium leprae e pode apresentar sintomas como lesões e manchas na pele, diminuição da sensibilidade, dormência, fisgadas ou formigamento nas áreas afetadas.

A doença é classificada em diferentes tipos, conforme a resposta do organismo à bactéria causadora. Entre eles, destacam-se: hanseníase tuberculoide, virchowiana, dimorfa e indeterminada.

O tratamento da hanseníase deve ser indicado por dermatologista ou clínico geral e inclui o uso de medicamentos antibióticos associados, como rifampicina, dapsona e clofazimina, pelo período de 6 a 12 meses.

 

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