A comunicação tecnológica entre o Tribunal de Justiça do Tocantins e a Defensoria Pública do Estado, desde o início de 2014, passou a ser mais eficiente por meio da utilização do Modelo Nacional de Interoperabilidade (MNI), que permite aos sistemas dos tribunais de Justiça, como o (E-proc) do TJTO, compartilharem informações com os sistemas de atendimento de órgãos externos, como a Defensoria Pública.
O Modelo prevê que, através desta comunicação, o processo judicial se torne mais célere e efetivo. Segundo o diretor de Tecnologia da Informação da Defensoria Pública, Luiz Philipe Dias, a integração possibilitada com o MNI deu agilidade ao atendimento no órgçao. “Com o sistema anterior, tínhamos que primeiro acessar o E-proc e depois acessar o nosso sistema de atendimento. Agora fazemos tudo com um só acesso”.
O Modelo Nacional de Interoperabilidade (MNI) foi proposto em 2013, pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), devido a multiplicidade de sistemas de tramitação processual e a necessidade da criação de instrumentos que auxiliem e simplifiquem a atividade de administração da Justiça.