TJTO avança dez posições em ranking nacional do CNJ e é top 10 em índice que mede desempenho de sustentabilidade

Divulgação/TJTO Servidoras do TJTO Cinthia Barbosa Pires Azevedo, Kamilla Sousa Prado, desembargadora Angela Prudente e  o juiz Arióstenis Guimarães Vieira na 3  ª edição do Judiciário Sustentável

O relatório 9º Balanço da Sustentabilidade do Poder Judiciário lançado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) durante a 3.ª edição do Judiciário Sustentável realizado nesta segunda-feira (30/6) em Brasília colocou o Tribunal de Justiça (TJTO) entre os dez tribunais estaduais melhor ranqueados no índice de desempenho de sustentabilidade (IDS). 

O índice avalia, em uma única dimensão, o resultado combinado de 14 indicadores distintos com os resultados da implementação das políticas de sustentabilidade pelos tribunais brasileiros.  Entres os indicadores mensurados estão o consumo de energia elétrica e água - per capita e por metro quadrado-; consumo de água envasada descartável; usuários(as) por veículo; consumo de copos descartáveis; gastos de transporte; gastos de papel; destinação de material para reciclagem em relação à força de trabalho; gastos de telefonia; quantidade de equipamentos de impressão; percentual de servidoras em cargos de chefia e de desembargadoras promovidas por merecimento.

Na 8ª edição do balanço, lançado em 2024 com dados de 2023, o TJTO era o 20º entre os tribunais, com IDS alcançando o percentual de 65,1% dos indicadores. Nesta 9ª edição, o TJTO atingiu 70.2% e é o 10º do ranking. O resultado é comemorado pela presidente da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável, desembargadora Ângela Prudente.




‘Este resultado histórico é fruto do empenho conjunto de magistradas, magistrados, servidoras, servidores e colaboradoras e colaboradores que, com dedicação e senso de responsabilidade, vêm incorporando a sustentabilidade como princípio estruturante da atuação institucional. O reconhecimento conferido pelo CNJ não apenas nos enche de orgulho, como também reforça nosso compromisso com a consolidação de uma política judiciária cada vez mais consciente, eficiente e alinhada aos desafios contemporâneos, voltada à construção de um futuro mais justo, equilibrado e sustentável.”

Além de revelar os novos indicadores do Judiciário brasileiro em busca da sustentabilidade,  a 3.ª edição do Judiciário Sustentável entregou o Prêmio Juízo Verde, realizado pelo CNJ.   Do Tribunal de Justiça do Tocantins também participaram da 3ª edição, o juiz auxiliar da Presidência, Arióstenis Guimarães Vieira, e as servidoras Cinthia Barbosa Pires Azevedo e Kamilla Sousa Prado. 

“Como Presidente da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável, representar o Tribunal neste espaço de diálogo e reflexão é também renovar o propósito de transformar diretrizes em ações concretas, com impacto positivo e duradouro para o Poder Judiciário, para a sociedade e para as futuras gerações.  É uma oportunidade ímpar para conhecermos o perfil do Poder Judiciário brasileiro, as boas práticas de outros tribunais e avançarmos para uma política institucional cada vez mais comprometida com a sustentabilidade”, encerra a desembargadora.


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