TJTO mobiliza unidades para a 2ª edição do Plantar para ComPENSAR

Reunião virtual exibida na tela de um notebook, com uma participante em destaque e demais pessoas em miniaturas.

As diretrizes e metas da segunda edição do projeto Plantar para ComPENSAR foram apresentadas às unidades administrativas e judiciárias de todo o Estado, em reunião realizada nesta sexta-feira (7/11). O encontro marcou o lançamento oficial da nova etapa do programa, que consolida o compromisso institucional do Poder Judiciário do Tocantins com a sustentabilidade e com a redução e compensação das emissões de gases de efeito estufa, alinhado à Resolução CNJ nº 594/2024 – Justiça Carbono Zero.

Durante a abertura, a presidente da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável do Poder Judiciário do Tocantins (PLS-PJTO), desembargadora Ângela Prudente, ressaltou a dimensão humana e coletiva da iniciativa.

“Este projeto nasceu do desejo genuíno de cuidar do presente e garantir um futuro mais equilibrado. A primeira edição foi um sucesso, e agora avançamos para fortalecer ainda mais essa cultura de responsabilidade ambiental”, afirmou.

A magistrada também destacou o valor simbólico e prático das ações. “Cada muda plantada e cada atividade de sensibilização têm um impacto que vai além do imediato. Temos o dever de preservar nossas condições de vida para que as próximas gerações também possam usufruir”, completou, convidando as unidades a atuarem de forma ativa e engajada. “Sustentabilidade também é pertencimento. Magistrados, servidores, terceirizados e colaboradores fazem parte desta construção.”

 

Referência nacional

A coordenadora da Coordenação de Gestão Socioambiental do TJTO (Cogersa), Luciene Dantas, destacou que o Tribunal realizou, pela primeira vez, o inventário de emissões de gases de efeito estufa referentes aos anos de 2022, 2023 e 2024, o que permitirá direcionar estratégias ainda mais precisas de redução e compensação.

“Hoje sabemos qual é a nossa pegada de carbono e o impacto das atividades institucionais no ambiente. O Plantar para ComPENSAR é a oportunidade de devolver ao espaço público aquilo que utilizamos todos os dias. Pequenos gestos têm impacto gigante. A palavra convence, mas o exemplo arrasta, e o Judiciário tocantinense é referência em sustentabilidade e responsabilidade social”, destacou.

A engenheira ambiental da Cogersa, Wélica Rodrigues, apresentou as diretrizes do edital da segunda edição do Prêmio Selo Verde, publicado na última terça-feira (4/11).

 

Sobre o projeto

O Plantar para comPENSAR mobiliza toda a força de trabalho do Judiciário tocantinense para ações de educação ambiental e compensação ecológica, com foco no plantio de árvores nativas em diferentes regiões do Tocantins. A proposta envolve responsabilidade institucional, valorização da agenda climática e engajamento comunitário.

As inscrições para o 2º Prêmio Selo Verde estão abertas até 14 de novembro, e podem participar unidades da sede do TJTO (incluindo anexos), da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJUS), da Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), do Núcleo de Atendimento Psicossocial (NAPsi) e de todas as comarcas.

A premiação está prevista para junho de 2026.

 


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