Representante do CNJ visita Central de Conciliações de Palmas e elogia sua estrutura

A Coordenadoria Estadual do Movimento pela Conciliação e a Central de Conciliações da Comarca de Palmas receberam, na manhã desta terça-feira (05/04), a visita da representante do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Juíza Tatiana Cardoso, membro do Comitê Gestor da Conciliação do CNJ. Na ocasião, a magistrada se reuniu com os Juizes da Comarca de Palmas, além de conhecer a estrutura da central, objetivo principal de sua visita.

 Segundo a Juíza Federal, esta visita faz parte de um diagnóstico que está sendo realizado pelo CNJ em todo Território Nacional para levantar o cumprimento da resolução n° 125, instituída em 29 de novembro de 2010, que dispõe sobre a Política Judiciária Nacional de tratamento adequado dos conflitos de interesses no âmbito do Poder Judiciário.

 A Juíza Tatiana Cardoso justifica a iniciativa do conselho. “A preocupação do CNJ é a de formatar um modelo para todos os Estados com uma estrutura mínima, capaz de oferecer ao cidadão uma prática moderna, ferramenta da Justiça responsável por dar maior celeridade ao atendimento jurisdicional”.  Conforme a magistrada, “o Tocantins não está deixando nada a desejar aos demais Estados, possui índices positivos , além de ter uma abertura coerente e compromissada da presidente do Tribunal de Justiça com relação aos órgãos conciliadores”, elogiou.

Responsável por dar as boas vindas à representante do órgão nacional, que dentre suas prerrogativas tem a função de promover o aperfeiçoamento  no serviço público da prestação da Justiça, o Diretor do Fórum de Palmas, Juiz Pedro Nelson Coutinho elogiou o projeto instituído ainda em 2010. “O programa do CNJ é de extrema importância, oportunizando grandes benefícios ao jurisdicionados do País”.

Na oportunidade, o Coordenador Estadual do Movimento pela Conciliação, Juiz Gilson Coelho Valadares, se mostrou um entusiasta pela conciliação como forma de agilizar o trabalho do Judiciário. “Acredito na conciliação como uma solução para os problemas da Justiça”, garantiu.  Ele pontuou, ainda, os resultados obtidos no Tocantins, cerca de 50% de acordos nos mutirões de conciliação, como relevantes.


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