Psicólogo discute adoecimento psíquico em encerramento da 4ª Semana de Saúde do Poder Judiciário

O psicólogo Bruno Leal Farah discutiu “Adoecimento psíquico: o que a organização do trabalho tem a ver com isso?”, na tarde desta sexta-feira (13/9), na Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), para o encerramento da programação da 4º Semana de Saúde do Poder Judiciário, “Saúde Mental: Trabalho e Estilo de Vida Saudável”.

Com o objetivo de sensibilizar os servidores e magistrados do Tribunal de Justiça (TJTO), quanto à prevenção e promoção nas diferentes dimensões da saúde física e mental no ambiente de trabalho e na melhoria da qualidade de vida, o curso abordou os principais pilares da organização do trabalho no Poder Judiciário no Brasil e dos principais desafios à saúde mental dos gestores impostos pelo exercício da gerência.

"A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou em 2006 que as depressões serão a maior causa de afastamento prolongado no mundo em 2020. No Brasil, já batemos a meta e São Paulo é capital mundial do afastamento por depressão", revelou.

Para Farah, uma das formas mais adequadas de se combater os afastamentos em virtude dos transtornos mentais é a promoção da saúde coletiva. "A depressão é uma doença democrática. Pode atingir qualquer pessoa, do presidente ao terceirizado. É preciso mudar a organização de trabalho, discutir metas e avaliações de desempenho. É preciso que as instituições tenham outra postura e criem uma estratégia de prevenção", defendeu.

Com foco na organização do trabalho e na abordagem do servidor em sofrimento psíquico, o psicólogo fez dinâmicas e atividades em grupo, abordando o assédio moral; o assédio organizacional e as contribuições das clínicas do trabalho, como a Clínica da Atividade e a Psicodinâmica do Trabalho, na prevenção contra a violência e na promoção da saúde no ambiente de trabalho.

Texto: Júlia Fernandes/ Fotos Ednan Cavalcanti

Comunicação TJTO

 


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