Psicólogas e assistente social do NAPsi participam de Congresso Internacional sobre saúde mental em Belo Horizonte (MG)

A assistente social Silvaneide (de branco) e as psicólogas Bárbara (de vermelho) e Janaína (de branco) com o reitor da   PUC Minas (paletó preto)
A assistente social Silvaneide (e) e as psicólogas Bárbara e Janaína ao lado do reitor da PUC Minas, Luís Henrique Eloy e Silva

As psicólogas Bárbara Camargo, Janaína Araújo e a assistente social Silvaneide Maria Tavares, profissionais que integram a equipe multidisciplinar do Núcleo de Acolhimento e Acompanhamento Psicossocial (NAPsi) do Poder Judiciário do Tocantins, participam do I Congresso Internacional - Saúde Mental na Contemporaneidade: Diálogos sobre o tema Suicídio. O evento começou na última quarta-feira (18/10) e vai até domingo (22), no Campus Coração Eucarístico, em Belo Horizonte (MG).

O congresso está sendo promovido pela PUC Minas, via Faculdade de Psicologia (Fapsi), Pró-reitoria de Extensão (Proex) e Anima PUC Minas, com o apoio do Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais (CRP-MG) e da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB Nacional).

O objetivo do encontro é discutir e dialogar sobre saúde mental por meio de fundamentações acadêmico-científicas de diferentes áreas (Psicologia, Psiquiatria, Filosofia, História e Teologia). A programação, composta por mesas-redondas, conferências, minicursos e apresentações de trabalhos, aborda de forma reflexiva temáticas como “as complexidades do Suicídio; o acolhimento que ultrapassa a medicação; sofrimento psíquico na contemporaneidade; manejo clínico da ideação suicida; clínica e teoria psicanalítica face ao suicídio; suicídio e atravessamentos de aspectos religiosos; os sentidos e desafios do viver; vida e morte; e dilemas fundamentais, entre outros ministrados por renomados estudiosos nacionais e internacionais.

Fenômeno complexo

Silvaneide Tavares ressalta que o suicídio é um fenômeno complexo, multifatorial e que o diálogo acerca do tema é de fundamental importância para o cuidado apropriado nas questões relacionadas ao adoecimento mental e ao sofrimento psíquico. “Ainda há muito a avançar no que se refere ao preconceito e tabus que permeiam a temática do suicídio, vez que se trata de um problema de saúde pública e universal”, reforça a assistente social do NAPsi.

 


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