Projeto Coleta Seletiva Solidária é lançado oficialmente na Comarca de Gurupi

Com a presença do presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), desembargador João Rigo Guimarães, a desembargadora Ângela Prudente, presidente da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável do Poder Judiciário do Tocantins (PLS/PJTO) lançou, oficialmente, na tarde desta quarta-feira (6/4), o projeto Coleta Seletiva Solidária, na sede do Fórum da Comarca de Gurupi, a 214 km de Palmas. A corregedora geral da Justiça, desembargadora Etelvina Maria Sampaio Felipe, também prestigiou o lançamento.

Magistrados, diretores e coordenadores do Tribunal, e servidores do Foro, ouviram atentos a dinâmica do projeto, que objetiva estimular a cultura de preservação e conscientização ambiental, dar a destinação correta dos resíduos produzidos e também promover inclusão social, uma vez que o material coletado gera renda para as famílias dos catadores. O projeto também foi implantado no município de Alvorada, na segunda-feira (4/4). Há o planejamento para implantá-lo em todas as comarcas do Estado, ampliando, dessa forma, as ações do PLS/PJTO.

A desembargadora Ângela Prudente agradeceu “o apoio irrestrito” do presidente João Rigo e a equipe da Presidência ao projeto. “Esse apoio é fundamental. O Coleta Seletiva Solidária está alinhado à Política Estratégica Nacional nas questões que envolvem sustentabilidade. E é importante reiterar que o projeto não está restrito à preservação da natureza apenas, mas envolve inclusão social. Portanto, dar uma destinação correta aos resíduos é tarefa de todos nós, e peço o engajamento de todos”, disse a magistrada.

O presidente João Rigo Guimarães parabenizou o projeto e ressaltou que a coleta seletiva continuará a receber total atenção do Judiciário. “É muito importante preservar e também transformar essa coleta feita na natureza em recursos financeiros, em alimento para as famílias atendidas. É um projeto de um grande alcance social. Estão todos de parabéns”, frisou.

Embrião

Para a diretora do Foro de Gurupi, juíza Edilene Alfaix Natário, com a implantação do projeto na comarca haverá um aumento na quantidade de materiais que poderão ser reciclados. “Nós vivemos num mundo de poucos recursos, e quando se gasta além do que se pode, isso faz falta para alguém. Nós vamos começar a ter um embrião, fortalecer as cooperativas de reciclagem e ainda fortalecer a educação ambiental. O desperdício dos meios naturais é, sim, também, um crime contra a humanidade”, destacou.

Legislação

O projeto atende à Resolução CNJ 400/2021, que dispõe sobre a política de sustentabilidade no âmbito do Poder, e à Lei nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. O sucesso da execução do projeto é quesito fundamental para alcançar os índices que levam ao Prêmio CNJ de Qualidade. O TJTO, na última edição do prêmio, recebeu o Selo Ouro.

Além do público mencionado, participou da solenidade a equipe da Coordenadoria de Gestão Socioambiental e Responsabilidade Social (Cogersa/TJTO), formada pelas servidoras Leila Jardim e Cinthia Azevedo.

Texto: Ramiro Bavier/ Fotos: Rondinelli Ribeiro

Comunicação TJTO


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