Presidente do TJ e prefeito de Pequizeiro assinam termo de cooperação inédito para regularização fundiária urbana no Município

O presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), Helvécio de Brito Maia Neto, o corregedor-geral da Justiça, João Rigo Guimarães, e o prefeito de Pequizeiro, Paulo Roberto Mariano Toledo, formalizaram, na manhã desta quinta-feira (27/6), o primeiro termo de cooperação visando a regularização fundiária urbana de um município no Estado.  

“Este é um acordo muito bem-vindo para o Tocantins e um grande passo para Pequizeiro, que entrará nos trilhos da regularização de títulos de terra, criando condições para que a população tenha acesso formal a crédito e movimente a economia local”, afirmou o presidente do TJTO, que estava acompanhado de sua chefe de gabinete, Glacielle Borges Torquato. O desembargador ressaltou ainda que o termo interessa diretamente ao Judiciário ao reduzir a litigância judicial acerca da questão fundiária no Estado, além de movimentar os cartórios locais.

“A participação colaborativa dos municípios é fundamental no processo de regularização fundiária, criando assim um ambiente de segurança jurídica para a população”, destacou o desembargador João Rigo Guimarães.

O prefeito Paulo Toledo afirmou que a formalização do acordo era uma honra para o município e elogiou a iniciativa do Judiciário de auxiliar os municípios tocantinenses a enfrentar o grave problema fundiário tocantinense. O prefeito estava acompanhado dos vereadores Michel, Dodó, Carlos e Almir, além dos procuradores do Município Pabllo Félix, Robson Figueiredo e Marcela Félix.

Os objetivos do Termo de Cooperação - que prevê, entre outros pontos, apoio técnico, jurídico e administrativo entre os cooperados - serão monitorados e acompanhados pela Corregedoria Geral da Justiça, através do Núcleo de Prevenção e Regularização Fundiária (Nupref), cuja coordenação cabe ao juiz auxiliar da Presidência, Océlio Nobre. "O projeto poderá resultar numa transformação do ambiente fundiário tocantinense, com segurança jurídica e inclusão das pessoas no cenário jurídico formal", frisou o magistrado. 

Texto: Marcelo Santos Cardoso / Fotos: Rondinelli Ribeiro

Comunicação TJTO


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