Padrinho Nota 10 - Parceiros destacam importância do projeto para crianças e adolescentes de Gurupi durante assinatura de termo de cooperação

Uma parceria visando à elaboração e o desenvolvimento de projeto técnico-operacional de apadrinhamento, cuja finalidade é proporcionar às crianças e adolescentes com vínculos familiares rompidos ou fragilizados, que se encontram em acolhimento institucional, referências afetivas, tanto familiares como comunitárias, por meio do Projeto Padrinho Nota 10. Esse é o objetivo do Acordo de Cooperação que foi assinado durante solenidade virtual, nesta terça-feira (13/4), entre o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), a Corregedoria-Geral da Justiça (CGJUS), o Município de Gurupi e a Instituição de Acolhimento Criança Cidadã.

O Padrinho Nota 10 é um projeto da Coordenadoria de Cidadania da CGJUS/TO, que tem à frente a juíza Aline Marinho Bailão Iglesias e que na ocasião representou a corregedora-geral da justiça, desembargadora Etelvina Maria Sampaio Felipe. Ela explicou que o projeto atinge uma parcela da população extremamente fragilizada, que são as crianças e adolescentes que vivem sem o direcionamento e o carinho de um ambiente familiar. “Qualquer colaboração que pudermos oferecer a estas crianças será de grande importância não apenas ao próprio beneficiado, mas à sociedade futura”, disse a juíza durante o evento. Ela completou ainda que o projeto terá um acompanhamento permanente pela Coordenadoria. “Estaremos sempre abertos a discutir melhorias e aperfeiçoamento”.

Repercussão

O vice-prefeito e secretário municipal do Trabalho, Assistência Social e Proteção à Mulher de Gurupi, Gleydson Nato Pereira, disse que com a assinatura do termo de apadrinhamento, tem certeza que bons frutos serão colhidos. “É também através dessa assinatura que conseguiremos os padrinhos e que nossas crianças e adolescentes possam ter um suporte familiar, psicológico, que é mais importante para eles”.

Presente ao evento, a procuradora-geral do Município de Gurupi, Celma Mendonça Milhomem Jardim, elogiou a iniciativa do Tribunal de Justiça de promover a justiça social, considerando a harmonia que deve existir entre os poderes. “É de conhecimento que os municípios carecem de recurso para fazer frente a todas as mazelas sociais e um projeto como esse vem brindar a expectativa de todos. Para aqueles que não têm filho, gostaria de apontar a importância sentimental do Padrinho Nota 10 e o vínculo psicológico que um projeto dessa magnitude cria entre os participantes”, ressaltou.

Uirajane Costa Gomes Aureliano, coordenadora da Instituição de Acolhimento Criança Cidadã, destacou como muito importante a união de todos os envolvidos. “Estou muito feliz em fazer parte dessa comissão. Vamos tentar fazer o que for possível para mudar a realidade dessas crianças e adolescentes. Vai ser muito gratificante, tanto pra elas, quanto para nós”.

Também participaram do evento o juiz Adriano Gomes de Melo Oliveira, titular do Juizado Especial da Infância e Juventude de Palmas; o chefe de gabinete da CGJUS, Afonso Alves da Silva Júnior; e a servidora da Coordenadoria de Cidadania da CGJUS/TO Maristela Rezende.

Texto e fotos: Mara Roberta

Comunicação TJTO


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