NAPsi se reúne para roda de conversa com servidores(as) de Araguaína sobre  assédio moral, sexual e discriminação no ambiente de trabalho

Divulgação Fotografia colorida onde uma mulher fala, em pé, para um grupo de mulheres sentadas em um auditório

A equipe técnica do Núcleo de Acolhimento e Acompanhamento Psicossocial  (NAPsi), se reuniu para uma roda de conversa com servidoras e servidores  da Comarca de Araguaína, nessa segunda-feira (27/11), para tratar os temas assédio moral, sexual e discriminação no ambiente de trabalho. A ação foi promovida pelo Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), e aconteceu no auditório do Rio Araguaia (térreo).

A roda aconteceu de forma interativa com os participantes, estimulando um debate aberto, franco e sincero com questões relativas às várias formas de organização do trabalho, cultura organizacional e principalmente alertas importantes de condutas abusivas e reiteradas que podem configurar assédios morais, sexuais, violências e discriminações no ambiente laborativo.

O psiquiatra do NAPsi, Wordney Camarço, ressaltou que debater esses assuntos é primordial para tirar o tema da invisibilidade e prevenir os adoecimentos e os diversos transtornos psicológicos e psiquiátricos que o assédio moral e sexual podem acarretar às suas vítimas. 

Foi destacado pela assistente social, Silvaneide Tavares, que é de suma relevância a iniciativa do Tribunal de Justiça em promover eventos como este que fomentem a prevenção, o acolhimento, o diálogo, a reflexão e principalmente resgatem a ética e a integridade do ser humano no contexto laborativo. Pontuou ainda que a divulgação dos canais de denúncia é fundamental para que haja apuração e punição de atos que violem a identidade, o respeito, a dignidade e a autonomia do sujeito, culminando em um ambiente de trabalho tóxico e insalubre, finalizou a profissional.

A psicóloga Bárbara Camargo apontou que o medo que as vítimas têm de denunciarem, por temerem a exposição e, expondo-se, sofrerem algum tipo de retaliação é um  dos grandes desafios que ainda precisam ser enfrentados.

A psicóloga também reafirmou que os locais e as unidades do Tribunal preparados para receberem as denúncias devem ser muito bem divulgados pelas Comissões do 1º e 2º Graus e pelo Centro de Comunicação do TJTO (CECOM). 

Iniciativa 

O evento foi organizado e idealizado pela presidente da Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral, ao Assédio Sexual e a Discriminação do 2º Grau, desembargadora Angela  Haonat, e faz parte da agenda da Comissão para debater o assunto, coibir  e prevenir tais condutas no ambiente de trabalho do Judiciário tocantinense.
De acordo com a Portaria Nº 1509, da Presidência/ASPRE, de 21 de junho de 2020, em seu Art. 14, as unidades que poderão receber denúncias são as seguintes: 

Ouvidoria Judiciária (3218-4412)
Suporte e-Gesp (3218-4241)
CESAU/Espaço Saúde(3218-4420)


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