Magistrados(as) e servidores(as) podem participar de pesquisa sobre uso de IA no Judiciário

Arte em fundo azul com ilustração digital de um rosto humano formado por linhas tecnológicas. Ao lado, o texto: “O uso da Inteligência Artificial Generativa no Poder Judiciário Brasileiro”. O visual remete à inovação, tecnologia e inteligência artificial no sistema de Justiça.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) segue com a segunda edição da Pesquisa sobre o Uso de Inteligência Artificial Generativa no Poder Judiciário. Magistrados(as) e servidores(as) de todo o país têm até esta sexta-feira (8/5) para participar do levantamento, que busca reunir informações estratégicas para orientar futuras diretrizes sobre o uso da tecnologia na Justiça brasileira.

O formulário eletrônico pode ser acessado por meio de formulário eletrônico disponibilizado no link: https://formularios.cnj.jus.br/inteligencia-artificial-generativa-2026

O objetivo é compreender, de forma mais aprofundada, como essas tecnologias têm impactado as rotinas de trabalho e contribuído para o debate sobre regulamentação, segurança e uso responsável da IA no Sistema de Justiça.

 

Estudos e regulamentação

Sensível à incorporação segura de tecnologias inovadoras, o CNJ instituiu, por meio da Portaria nº 338/2023, um Grupo de Trabalho voltado ao estudo da Inteligência Artificial no Poder Judiciário. A partir desse movimento, foi realizado o primeiro diagnóstico nacional sobre o tema, que subsidiou debates e análises sobre a necessidade de regulamentação da IA generativa.

Agora, a nova etapa busca aprofundar os dados já coletados e alinhar futuras normativas à realidade vivenciada pelas unidades judiciárias em todo o país.

Segundo o CNJ, o preenchimento do questionário leva entre cinco e dez minutos. A pesquisa segue critérios éticos e de proteção à privacidade, com anonimização e sigilo das respostas fornecidas pelos participantes.

Os resultados serão analisados de forma agregada, sem qualquer possibilidade de identificação individual, e devem contribuir para o aperfeiçoamento das políticas públicas e da regulamentação sobre Inteligência Artificial no Judiciário brasileiro.


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