Magistrado tocantinense participa de curso realizado pelo CNJ

O juiz Gilson Coelho Valadares, coordenador estadual do Movimento pela Conciliação, participa, em Brasília, do primeiro Curso de Formação de Instrutores em Mediação Judicial e Conciliação de 2015, realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O objetivo do curso é preparar servidores para atuarem, em seus tribunais de origem, na formação de mediadores e conciliadores. O curso vai até sexta-feira (27/2) e é uma das estratégias do CNJ para ampliar a prática de autocomposição, capaz de solucionar conflitos de forma pacífica, rápida e sem necessidade de uma sentença judicial.

A iniciativa integra a Política Nacional de Conciliação, criada pelo CNJ por meio da Resolução nº 125, de 29 de novembro de 2010. Essa política, além de buscar a pacificação social, contribui para frear a litigiosidade no País, que sobrecarrega o Judiciário de processos e limita sua capacidade de oferecer uma prestação jurisdicional mais célere e de qualidade.

O coordenador no Tocantins afirmou que “está sendo uma experiência muito válida, principalmente, porque estamos focando na mediação, onde o magistrado tem menor intervenção apontando possíveis alternativas para as envolvidas no conflito”, disse o juiz Gilson Coelho Valadares.
“A capacitação de instrutores tem sido o grande motor dessa política pública. É necessária uma capacitação adequada. Por isso, em todos os semestres, fazemos vários cursos de formação de instrutores, para que todos possam voltar para os seus tribunais ou órgãos de origem e serem multiplicadores. Estamos na 19ª turma. Isso mostra que essa política tem sido um sucesso”, afirmou o conselheiro Emmanoel Campelo, coordenador do Comitê Gestor da Conciliação do CNJ.

Prioridade
O reforço das ações de mediação e conciliação é uma das prioridades do ministro Ricardo Lewandowski na presidência do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF). Para ele, é necessária uma transformação cultural que leve a mudança da forma como hoje é encarada a solução de conflitos.


Com informações da Agência CNJ de Notícias


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