Juízas representam o Poder Judiciário no II Fórum de Enfrentamento à Violência de Gênero em Araguaína

Secom/Araguaína Imagem de um auditório cheio durante o "Fórum de Enfrentamento à Violência de Gênero", em Araguaína-TO. Participantes de diferentes idades, raças e gêneros estão de pé, de mãos dadas e com os braços erguidos, simbolizando união e força coletiva no combate à violência contra a mulher. Na primeira fileira, estão mulheres que aparentam ser autoridades ou organizadoras do evento. Ao fundo, uma faixa com os dizeres: "Diga não à violência. Não se cale. Denuncie. Ligue 180", da Secretaria da Mulher. O ambiente transmite engajamento, solidariedade e empoderamento.

Juízas representam o Poder Judiciário no II Fórum de Enfrentamento à Violência de Gênero em Araguaína

Com temática focada no combate à violência de gênero e objetivo de refletir, debater estratégias e fortalecer ações voltadas à prevenção e ao enfrentamento dessa grave violação de direitos humanos no Tocantins, o II Fórum de Enfrentamento à Violência de Gênero – Por Vozes Livres e Vidas sem Violência contou com a participação das juízas Cirlene Maria de Assis Oliveira e Rosa Maria Rodrigues Gazire Rossi. As duas magistradas representaram o Poder Judiciário no evento, que reuniu mais de 300 mulheres, em Araguaína, na quarta-feira (30/4). O Fórum foi realizado pela Secretaria da Mulher, órgão criado pela Prefeitura Municipal em 2023.

Coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cevid), a juíza Cirlene Maria de Assis Oliveira foi uma das palestrantes do evento e proporcionou um debate, troca de conhecimentos e fortalecimento de políticas públicas eficazes, ao lado da titular da Secretaria da Mulher, Ângela Maria Silva; da advogada Stella Bueno, especialista em Direitos da Mulher e vice-presidente do Conselho Estadual da Mulher; e da influenciadora digital Iara Bucar.

“Uma luta constante para dar voz livre a mulheres empoderadas”, sintetizou a juíza Rosa Maria Rodrigues Gazire Rossi, que representou a Ouvidoria da Mulher do Tribunal de Justiça. A titular do órgão, desembargadora Ângela Prudente, esteve impossibilitada de participar em razão de sua presença no V Encontro do Colégio de Ouvidorias Judiciais das Mulheres, em Belo Horizonte, de 28 a 30/4.

Inicialmente, o II Fórum de Enfrentamento à Violência de Gênero de Araguaína estava marcado para o dia 21/4, mas foi remarcado para 28/4, coincidindo com o encontro nacional das ouvidorias.

O fórum também contou com um ato simbólico da Rede de Proteção à Mulher de Araguaína durante a parte cultural. Diversas participantes, maquiadas com hematomas e ferimentos, ocuparam o auditório do Fórum de Araguaína segurando cartazes alusivos a atos abusivos e violentos praticados por homens contra mulheres.

Em sua segunda edição, o fórum buscou propor, avaliar e monitorar políticas de prevenção e de enfrentamento à violência contra as mulheres. A programação incluiu uma roda de conversa sobre histórias de sucesso e superação, com o protagonismo da diretora da Mulher de Xambioá, Bárbara Helen Maciel Gomes; da psicóloga Sueli Marques Ferraz; da empresária do futebol Cleide Guedes; e das jogadoras de futebol Bia Gomes e Jamily Silva.

 


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