Juíza Flávia Afini Bovo é reconduzida à direção do Foro de Palmas

O presidente do TJTO, desembargador Ronaldo Eurípedes, presidiu nesta quinta-feira (12/02) a cerimônia de recondução da juíza Flávia Afini Bovo à Diretoria do Fórum de Palmas. Presentes o corregedor geral do Poder Judiciário, desembargador Eurípedes Lamounier, os juízes auxiliares da Presidência do TJTO, Roniclay Alves de Moraes e Esmar Custódio Vêncio Filho, magistrados de Palmas, o diretor geral e os titulares das diretorias Judiciária e de TI do TJTO, Francisco Alves Cardoso Filho, Francisco de Assis Sobrinho e Marco Aurélio Giralde, respectivamente, e servidores do fórum.

A juíza Flávia Afini Bovo agradeceu ao desembargador Ronaldo Eurípedes pela confiança nela depositada, afirmando que pretende fazer o melhor trabalho possível.  “Estarei de portas abertas para atender aos colegas e servidores. Precisamos muito do empenho de todos continuamente, pois estamos num processo de total transformação. Com todos os processos digitalizados veremos a real situação, a real necessidade de cada Vara. Devagar vamos tentar atender todas as necessidades, dentro do possível. Vamos trabalhar unidos no intento de fazer um Judiciário melhor, visando sempre o jurisdicionado", afirmou.

Ao fazer uso da palavra o corregedor geral, desembargador Eurípedes Lamounier, disse que assumir a Diretora do Foro de Palmas não é um bônus e sim um ônus. Relatou os avanços do Judiciário tocantinense, das muitas dificuldades enfrentadas. “O Judiciário do Tocantins desponta no cenário nacional. Temos melhores condições de trabalho, melhor remuneração de juízes e servidores. Hoje a realidade completamente diferente. Como Corregedor Geral espero contar com apoio de todos. A Corregedoria é um órgão de apoio, antes de ser um órgão punitivo”.

O presidente do TJTO iniciou sua fala agradecendo a juíza Flávia Afini Bovo por ter aceitado a missão de dirigir mais uma vez o Foro de Palmas. “Tenho consciência do tamanho da responsabilidade que assumimos. Os obstáculos acontecem a todo o momento nas nossas vidas. Deus nos deu a sublime missão de ser juiz. Deus nos deu a possibilidade de resolver os problemas das pessoas. O juiz é um vocacionado. As pessoas depositam suas esperanças em nós. O juiz deve agradecer a Deus por ser a solução para alguém e representar o estado-juiz. Daremos apoio a todas as comarcas e juntos vamos evoluir cada dia mais. Tenho certeza disso”, afirmou o desembargador.


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