Judiciário tocantinense destaca importância da Gestão da Memória em curso promovido pela Esmat

Imagem colorida de um painel verde de chamado do meet com várias janelas de pessoas abertas, e em baixo delas, entro de um espaço branco com as logos dos desenvolvedores e do nome do projeto

O curso “Práticas em Gestão da Memória: preservação documental e difusão da história da Justiça”, desenvolvido pela Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), teve início nesta segunda-feira (17/6) com a participação de mais de oitenta alunos(as). 

Durante a abertura, a desembargadora Ângela Prudente, na qualidade de presidente da Comissão Permanente de Avaliação Documental (CPAD) e da Comissão de Gestão da Memória (CGM), ressaltou a importância do curso, afirmando que a memória é

“uma temática que nos inspira, que nos entusiasma e nos aviva porque debruçar sobre a nossa memória transcende a vontade de compreender nossas raízes, conectando-nos com o passado, enriquecendo nosso presente e orientando o nosso futuro”.

Segundo a desembargadora Ângela, o Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO) já avançou muito na gestão da memória, com a aprovação das Resoluções n.º 1 e n.º 2 de 2022, que estabelecem a Política de Gestão da Memória e a Política de Gestão Documental.

“Prosseguimos norteados pelos princípios e pelas diretrizes desta política nacional. Neste ano aprovamos o plano de classificação e as tabelas de temporalidade das áreas administrativa e judicial em nossa Corte, dando um importante passo para uma gestão documental eficiente e para a preservação da memória institucional”, disse.

O primeiro encontro virtual do curso, ministrado pela doutora em História, Mônica Maria de Pádua Souto da Cunha, abordou o conceito de memória e a legislação aplicada à gestão da memória do Poder Judiciário. De acordo com a professora, “o primeiro dia do curso foi super proveitoso e contou com a interação dos(as) alunos(as) que contribuíram para a troca de experiências sobre o assunto”.

Ao interagir durante a dinâmica inicial de apresentação, Gabriella Monteiro Valadares Azevedo, servidora da vara criminal de Ponte Alta do Tocantins, destacou:

“falando em memória me vem à cabeça a palavra resgatar, acredito que remete para este curso, estamos em busca de resgatar as memórias do tribunal e levá-las conosco”.

Além de servidores(as) do Poder Judiciário Tocantinense e de órgãos parceiros da Esmat, a capacitação também conta com a participação de alunos(as) de diversos estados, como Mato Grosso do Sul, Paraná, Amapá, Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Sul, Pernambuco, São Paulo, Goiás, Alagoas e Pará, revelando a relevância do curso no cenário nacional.

Contando com uma carga horária de 15 horas, a capacitação surge com o intuito de preparar os(as) participantes com conhecimentos teóricos e práticos sobre a gestão da memória institucional, visando à preservação, à organização e à difusão de documentos históricos relacionados à Justiça. As atividades seguem até o dia 25 de junho.


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