Judiciário lança Projeto de Coleta Seletiva Solidária e inicia implantação pela sede do TJTO

O Tribunal de Justiça (TJTO), por meio de ação desenvolvida pela Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável (PLS), lançou, na tarde desta sexta-feira (29/01), o projeto de Coleta Seletiva Solidária. O início da implantação do projeto contou com a da presença da presidente da comissão e vice-presidente do TJTO, desembargadora Ângela Prudente.

“A implantação de um projeto como este, de coleta seletiva, é um marco para o TJTO, sobretudo para esta gestão. Nós do Poder Judiciário temos este compromisso social com a nossa geração e, principalmente, com a geração futura, que é preservar a nossa natureza e lutar pela economicidade”, ressaltou a desembargadora.

Inicialmente, o projeto atenderá as unidades administrativas de Palmas, sendo posteriormente executado nas demais comarcas do Estado. A ação atende às recomendações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do TJTO, com base nas Resoluções nº 201/2015 e nº 22/2015 e busca promover a preservação do meio ambiente, por meio da destinação adequada de todos os tipos de resíduos gerados durante a execução diária dos trabalhos.

Segundo o diretor geral do TJTO, Jonas Demóstene Ramos, ao inaugurar um projeto como este, o Judiciário introduz também a cultura da sustentabilidade a todos os magistrados e servidores. “A mãe natureza se tornou um problema por causa da devastação do homem, mas ela é também um problema coletivo, com soluções individuais. Nesse contexto, esse pequeno ato do Poder Judiciário se consolida como um importante feito em busca de solução”, destacou. 

Para a coordenadora do Núcleo de Gestão Socioambiental (Nuges-TJTO), Leila Jardim, “a partir da implantação da coleta seletiva, será possível melhorar o monitoramento, o descarte e o gerenciamento dos resíduos”, provocando impactos positivos no selo de Qualidade do CNJ.

Texto: Rosimeire Alves Sousa / Fotos: Rondinelli Ribeiro

Comunicação TJTO


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