Empoderamento de comunidades indígenas do Tocantins é apresentado em Evento internacional das Nações Unidas

O projeto “Fatores de Promoção Humana e Sustentabilidade no Programa de Empoderamento Social de Jovens, Crianças e Mulheres Indígenas da Ilha do Bananal”, no estado do Tocantins, Brasil, foi apresentado, na tarde desta segunda-feira (19), durante a programação do Primeiro Fórum Latino-Americano sobre Segurança Humana para os Direitos Humanos e XII Congresso Internacional em Direitos Humanos sobre fatores de Promoção Humana e Sustentabilidade, que está sendo transmitido por meio do Portal Esmat e na plataforma Youtube.

Apresentado pelo diretor geral da Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat) e presidente do Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura (Copedem), desembargador Marco Villas Boas, juntamente com o membro da 3ª Diretoria Adjunta – Conselho de Altos Estudos e Pesquisa Científica da Esmat e egresso do Mestrado em Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos, magistrado Wellington Magalhães –, o projeto abrange o Compromisso Número 10 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – Agenda 2030 das Nações Unidas .

Desenvolvido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em parceria com o Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO) e a Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), as ações do projeto foram iniciadas em 2017 e percorreram diversas aldeias de povos tradicionais indígenas, os quais residem na Ilha do Bananal, considerada a maior ilha fluvial do mundo.

Localizada numa área de transição de biomas (cerrado e Amazônia), também chamado de ecótono, a ilha faz divisa do Tocantins com os estados de Mato Grosso e Pará. Como ações, foram realizadas atividades de formação política e empoderamento de mulheres, jovens e crianças indígenas; foi possibilitado  o diálogo sobre a a preservação da bacia hidrográfica do Rio Formoso, como também realizadas palestras e painéis com o objetivo de resgatar a cidadania indígena.

O projeto foi apresentado aos 19 países que integram o Coplad/Ilanud  com o objetivo de , se aprovado , ser projeto da ONU e garantir aporte financeiro por meio das Nações Unidas. A preocupação dos idealizadores do projeto é conseguir consolidar as ações nas aldeias já contempladas e estender suas ações  a outros povos indígenas do Tocantins .

Nesta mesma segunda-feira, a Justiça Eleitoral do Tocantins iniciou distribuição da segunda edição das quatro Cartilhas Eleitorais Bilíngues para os Povos Indígenas do Estado. As publicações foram editadas em português e nas línguas maternas dos povos Panhi (Apinajé), Iny (Karajá – Javaé – Xambioá), Meri (Krahô) e Akwe (Xerente), e fazem parte do projeto apresentado para avaliação na Organização das Nações Unidas.

Transmitido pela plataforma Youtube com tradução simultânea para português, inglês e espanhol, o evento faz parte da programação do Primeiro Fórum Latino-Americano sobre Segurança Humana para os Direitos Humanos e do XII Congresso Internacional em Direitos Humanos sobre fatores de Promoção Humana e Sustentabilidade, que teve início nesta manhã e segue até o dia 21 de outubro.

O evento é organizado pelo Comitê Permanente da América Latina Sobre Prevenção ao Crime (Coplad) – Programa do Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para a Prevenção do Delito e Tratamento do Delinquente (Ilanud) –, que tem sede em San Jose, Costa Rica, e como parceiros Internacionais o Colégio Permanente de Diretores das Escolas Estaduais da Magistratura (Copedem) e a Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), por meio do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos (UFT/ESMAT).

Para acessar a homepage do evento clique aqui.

Para se inscrever, clique aqui.

Para acessar a programação clique aqui

Texto: Wherbert Araújo – Comunicação Esmat

Comunicação TJTO


Fechar Menu Responsivo
Busca Processual Jurisprudência Diário da Justiça
Rolar para Cima
Nós usamos cookies
Usamos cookies ou tecnologias similares para finalidades técnicas e, com seu consentimento, para outras finalidades, conforme especificado na política de cookies. Negá-los poderá tornar os recursos relacionados indisponíveis.