Em videoconferência, Cemas-TO debate gestão hospitalar do Estado durante pandemia com representantes do Projeto Todos Pela Saúde

O Comitê Executivo para Monitoramento das Ações de Saúde do Estado do Tocantins (Cemas-TO), coordenado pela juíza Milene Carvalho Henrique e que abriga o Núcleo de Apoio ao Judiciário (Natjus-TO), promoveu nesta quinta-feira (14/5), por vídeoconferência, um debate sobre o tema "Modelo de gestão hospitalar na pandemia Covid-19 e uma visão geral e atual do Estado do Tocantins com enfoque na situação da região  Norte do Estado". As discussões tiveram a participação ativa dos integrantes do comitê, entre eles os representantes dos órgãos de controle. 

Utilizando o sistema  Cisco.Webex, autorizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o evento virtual foi coordenado pela juíza tocantinense e contou com a participação dos integrantes do projeto "Todos Pela Saúde", Maria Lectícia de Pellegrin, especialista em saúde coletiva, e Paulo Roberto Cavallaro Azevedo, médico líder de campo responsável pela análise de gestão hospitalar.

Seguindo o formato de palestra, a videoconferência foi acompanhada por juízes tocantinenses e integrantes do Sistema de Justiça. O debate, extremamente relevante diante a atual situação de pandemia, teve o objetivo de ser mais um auxílio ao Judiciário referente às demandas da Covid-19. 

Todos pela Saúde

Criado para apoiar as iniciativas da saúde pública no combate à pandemia, cujo recurso,  doação de R$ 1 bilhão pelo Banco Itaú, o Projeto Todos pela Saúde será gerido por um grupo de especialistas sob a liderança do médico Paulo Chapchap, diretor-geral do Hospital Sírio Libanês. Também integram o grupo  Dráuzio Varela, médico oncologista; Sidney Klajner, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein;  Pedro Barbosa, diretor-presidente do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBPM), ligado à Fiocruz; Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Anvisa;  Maurício Ceschin, ex-diretor-presidente da ANS; Eugênio Vilaça Mendes, especialista em saúde pública. O acompanhamento e a disseminação do projeto estão sendo feitos pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde (COE) do Ministério da Saúde e cada Estado tem desdobramento do COE.

Texto: Kézia Reis / Foto: Divulgação

Comunicação TJTO


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