Buscando promover um intercâmbio de informações sobre o funcionamento do sistema e-Proc, o Superior Tribunal Militar (STM) realizou, nesta segunda-feira (24/09), mais uma visita técnica ao Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO). O sistema de processo judicial eletrônico utilizado no Judiciário estadual serviu de modelo para a implantação da ferramenta no STM e desde o ano passado o TJTO vem dando apoio à corte militar para o aprimoramento do sistema.
Durante a visita, integrantes da assessoria de Gestão Estratégica do STM estiveram na Diretoria Geral do TJTO; diretorias Judiciária e de Tecnologia da Informação; e Coordenadoria de Gestão Estratégica, Estatística e Projetos do TJTO. A comitiva dividiu-se em duas frentes, uma voltada para a análise dos processos administrativos e outra para os processos de parametrização do sistema.
Responsável pelas informações sobre a parametrização do sistema, a supervisora da sessão de Gestão da Informática e Estatística do STM, Raíssa Fernandes Marinho, ressaltou a importância da visita para coleta de informações. “O TJTO é o único a responder e atender o CNJ dentro do sistema; por isso vamos tentar utilizar o conhecimento e ajustar com o nosso planejamento de trabalho, para minimizar os erros cometidos por inexperiência e aproveitar as boas práticas da sessão de estatísticas”, afirmou.
Para a supervisora da sessão de Gestão de Processos do STM, Ingrid Vellenich, a nova realidade vivenciada com a recente implantação do sistema na corte militar requer ajustes e mudanças nas rotinas de trabalho. Desta forma, a visita ao Tocantins teve como objetivo sanar dúvidas para aprimorar o sistema. "Passamos um período de enfrentamento de turbulências e buscamos ajustar o que for necessário para os novos processos de trabalho”, ponderou.
O encontro, fruto de parceria técnico-científica para a troca de experiências entre os tribunais, também contou com a presença do pesquisador do Núcleo de R&D para Excelência e Transformação do Setor Público, da Universidade de Brasília (UnB), Daniel Pagotto, que destacou: “Ao verificar os impactos que ocorrem desde a implantação do sistema, podemos adequar as estruturas e funções administrativas; e ao visualizar todas as demandas e serviços, iremos suprir eventuais necessidades em relação à entrada e saída de processos".
Texto: Natália Rezende / Foto: Rondinelli Ribeiro
Comunicação TJTO