Desa.Willamara Leila inicia projeto que transformará a Escola Judiciária em Universidade Corporativa

 
 A Conselheira e Ex-Presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), professora Clélia Brandão Alvarenga Craveiro, a convite da Presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), Desembargadora Willamara Leila, esteve no Tocantins, no último dia 13, para auxiliar na preparação do projeto que transformará a ESCOLA JUDICIÁRIA em uma UNIVERSIDADE CORPORATIVA. Após breve avaliação, em reunião, registrou que suas primeiras impressões sobre a Escola, são positivas, considerando a estrutura física e as ações desenvolvidas e em desenvolvimento.

A implantação da Rede Tecnológica da Escola Judiciária do Estado do Tocantins, única telepresencial no País, somada ao alto índice de aceitação, pelos Servidores, das ações promovidas pela Escola, converteram um propósito em objetivo: transformar a Escola em Universidade Corporativa.

Voltada para o desenvolvimento de recursos humanos, a Universidade Corporativa terá foco na área jurídica-administrativa, contribuindo para o aprimoramento das atividades desenvolvidas e ainda oferecendo cursos de graduação e pós-graduação , específicos para os Servidores do Poder Judiciário.

A Universidade Corporativa tem como objetivo a promoção de cursos que estejam alinhados ao planejamento estratégico das instituições, e está intimamente associada a uma das tendências globais do desenvolvimento de recursos humanos pelas organizações empresarias.

Constitui prática já bastante comum no setor privado e, hoje, são instituídas para mobilizar e desenvolvê-los no setor público.
Enquanto um departamento de capacitação atua conforme demanda e necessidades pontuais, trabalhando, portanto, de forma reativa, a Universidade Corporativa tem atuação proativa e integradora para o encaminhamento de soluções de aprendizagem necessárias ao bom desempenho de cada setor de uma instituição, proporcionando aos seus colaboradores o desenvolvimento das competências para ajudar a organização a atingir seus objetivos, em consonância com as diretrizes institucionais.

Ali os programas de educação continuada são permanentes e geram melhorias que possibilitam o alcance dos objetivos organizacionais. Neste sentido, conforme Gerbman (2000) as universidades corporativas têm um escopo mais estratégico, enquanto que os departamentos de treinamento são mais táticos.

As universidades corporativas valem-se da sistemática universitária, sendo a elas permitido oferecer cursos em bases modulares ou em créditos, tanto de graduação quanto de Pós Graduação (lato e Stricto sensu); denominar de corpo docente seu grupo de professores e instrutores; outorgar diplomas; e sobretudo voltar seus cursos para o desenvolvimento de valores,conhecimento e cultura, permitindo ao servidor ter uma visão e atuação sistêmica da e na instituição.

Implantar programas de qualidade nesta Casa de Justiça, a menor custo, pela gestão integrada dos recursos destinados à formação e à educação continuada, estimular os servidores a apresentar propostas inovadoras que permitam a melhoria da prestação jurisdicional são fins que encontram apoio nas Universidades Corporativas, sendo este o diferencial que a Desembargadora Willamara Leila quer incorporar e legar aos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Tocantins.

 


 

 

 

 


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