Covid-19 - Com participação de alunos e professores, CEI-TJTO ajuda comunidades indígenas com informação, produtos de limpezas e EPIs

"Essa ajuda dos alunos e professores da escola, com informações sobre a pandemia, é fundamental, pois as comunidades indígenas precisam ser orientadas sobre a forma correta de prevenção", ressaltou o coordenador de Educação Indígena da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), Waixy Karajá, ao receber doações de professores e alunos do Centro de Educação Infantil do Tribunal de Justiça (CEI/TJTO) nesta quarta-feira (29/4), como produtos de limpeza e higiene pessoal, além de EPIs . 

Com o lema "Não deixe o vírus circular: Fique com sua comunidade", a campanha da escola obteve 19 litros de sabonetes líquido, 18 detergentes, oito litros de água sanitária, além de 60 máscaras de tecido confeccionadas pelos professores do CEI. A campanha também foi marcada pelos vídeos gravados pelas próprias crianças da escola com orientações para a comunidade indígena sobre como se proteger corretamente do novo coronavírus.

"Com o isolamento social, decidimos fazer uma ação a distância, através de vídeos, áudios e fotos, para mandar um recado às comunidades indígenas, porque o Estado já estava enviando alimentos", revelou a Coordenadora do CEI, Luciana Carvalho, lembrando que ao contatar a Seduc, a escola descobriu que o que os indígenas estavam precisando era de informação sobre o novo coronavírus.  

"Fizemos um comunicado,que ficou publicado no Instagram do CEI  e foi encaminhado para o zap das turmas e dos pais, que gravaram os vídeos explicando como poderia se prevenir, usando álcool em gel, máscara, álcool 70%, sabonete líquido", detalhou Luciana, destacando o trabalho feito 15 dias antes com as crianças antes do isolamento social. 

"Eles estavam preparados, aprenderam com os pais a fazer sabonete líquido. Foi muito enriquecedor porque a comunidade do CEI correspondeu bem, toda equipe fez vídeo", completou a coordenadora, lembrando que agora a segunda da campanha será receber os vídeos vindos das aldeias para saber se o trabalho de informação das crianças, pais e professores ajudou as comunidades indígenas a se protegerem.

Texto: Natália Rezende / Fotos Divulgação

Comunicação TJTO


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