Comprometido com prática sustentável, TJTO apresenta primeiro carro híbrido do Judiciário tocantinense

Iniciativa que confirma mais um compromisso com a sustentabilidade e respeito ao meio ambiente, o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) apresentou na tarde desta quarta-feira (23/3), o primeiro carro híbrido a serviço do Judiciário tocantinense. O veículo, um Toyota, tem motor elétrico e de combustão, como gasolina ou álcool. “O TJTO está comprometido com a pauta da sustentabilidade. Este é um dos pilares de nossa gestão. Desenvolvemos várias ações em respeito ao meio ambiente. Temos muitos resultados e somos reconhecidos por isso. A utilização desta tecnologia que apresentamos agora é mais uma iniciativa, importante e inovadora. Com este veículo, contribuímos com a redução do consumo de combustível convencional e emissão de poluentes”, disse o presidente do tribunal, desembargador João Rigo Guimarães, que recebeu o veículo, no estacionamento do TJTO, acompanhado de diretores e servidores.

Entre os resultados citados pelo presidente estão a melhora do TJTO no ranking de ações sustentáveis, como apontou o 5º Balanço Socioambiental do Poder Judiciário, em 2021, pelo CNJ. O Judiciário tocantinense passou da 22º para o 20º lugar. Somente em 2020, o TJTO economizou R$ 4.557.204,35 com a adesão de práticas sustentáveis. Entre as medidas que resultaram neste índice estão: redução de uso de papel, participação dos servidores e magistrados em ações de qualidade de vida e até mesmo utilização de veículos.

O presidente do TJTO destacou ainda que as ações do TJTO que envolvem sustentabilidade são feitas em consonância com a Agenda 2030, um plano de ação da ONU (Organização das Nações Unidas), constituído de metas e indicadores que abrangem aspectos econômicos, sociais e ambientais. A iniciativa é defendida e preconizada pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

Caminhões

Além do veículo híbrido, o presidente do TJTO recebeu ainda dois caminhões, que atenderão ao tribunal. De acordo com o diretor administrativo do TJTO, Ronilson Pereira da Silva, os caminhões substituem os atuais, que são de 2009, e que estavam com quilometragem e custos altos.

Texto: Cristiano Machado e Samir Leão
Fotos: Rondinelli Ribeiro/Comunicação TJTO

 


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