Comitê Gestor do NAI de Palmas inicia atividades e elege coordenação

Rondinelli Ribeiro A imagem mostra um auditório com pessoas sentadas assistindo a quatro palestrantes em pé à frente. Da esquerda para a direita: uma mulher de roupa clara sem mangas; um homem de camisa branca e calça preta; uma mulher de blusa verde e calça vermelha; e outra mulher de blazer verde e calça clara. Ao fundo, há um projetor ligado, uma planta e um extintor na parede branca.

O Comitê Gestor Interinstitucional do Núcleo de Atendimento Integrado (CGI/NAI) realizou, nesta segunda-feira (29/9), a primeira reunião ordinária no auditório do NAI, em Palmas. O encontro foi marcado pela eleição da nova coordenação do comitê, que terá a missão de definir, gerenciar e fiscalizar as ações realizadas pelo NAI.

A defensora pública Larissa Pultrini foi eleita coordenadora do CGI/NAI. “Será nosso primeiro ano à frente da coordenação. Temos muito trabalho pela frente, especialmente na organização de fluxos e no levantamento de dados para melhorar o atendimento. Espero que essa nova estrutura traga bons resultados”, destacou.

O promotor de Justiça André Ricardo Fonseca Carvalho foi escolhido suplente da coordenação, enquanto as servidoras municipais de Palmas, Ângela Roberta F. Campos e Lídia Xavier de Sousa Oliveira assumem os cargos de secretária executiva e suplente, respectivamente.

Durante a reunião, também foi aprovado o calendário das reuniões mensais do comitê na Capital. Para o juiz titular da Vara da Infância e Juventude de Palmas, Adriano Gomes, a organização é essencial para garantir a agilidade nos atendimentos:

“Com a definição das responsabilidades de cada um, esperamos oferecer respostas mais rápidas e satisfatórias aos adolescentes atendidos pelo Núcleo, sem prejuízos no processo”, ressaltou.

O CGI/NAI é um espaço permanente de articulação e deliberação interinstitucional criado para fortalecer e consolidar o funcionamento do Núcleo de Atendimento Integrado em Palmas, que atua no acolhimento e atendimento de adolescentes e/ou jovens aos quais se atribui a prática de ato infracional.

 


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