Comissão Gestora do PLS-TJTO define como prioridade do semestre a racionalização do uso de copos descartáveis, papel e água envasada

Os membros da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável (PLS) do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) apresentaram, nesta quarta-feira (21/8), um balanço das atividades do primeiro semestre, assim como as ações e planos que serão desenvolvidos durante o ano à desembargadora Ângela Prudente, nova presidente da comissão.

Entre os temas postos em discussão pelo juiz Pedro Nelson, gestor do Programa TO Sustentável, braço executivo das ações do PLS, ficou definido, com o aval da desembargadora Ângela, que a equipe dará especial atenção ao gasto e consumo relativos aos indicadores de copos descartáveis, papel e água envasada, temas estabelecidos como prioritários pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para este ano. “Nesse sentido, as ações da nossa equipe visam principalmente evitar a agressão ambiental e preservar a saúde do servidor”, frisou o juiz.

“O PLS é um instrumento de gestão administrativa, e a ideia é  trabalhar em prol da gestão, ao absorver não só a visão dos gestores como também dos servidores para que tenhamos melhora significativa do ponto de vista de sustentabilidade”, ressaltou o magistrado, destacando que a participação da desembargadora Ângela será fundamental para a continuidade da consolidação da sustentabilidade.

Durante a reunião, a equipe apresentou, entre outras as ações, o sistema eletrônico de coleta e monitoramento dos 117 indicadores da Resolução CNJ 201/2015, que irá monitorar o gasto e consumo de todas as unidades do Judiciário. O objetivo é melhorar os índices do Tribunal de Justiça tendo em vista o Prêmio CNJ de Qualidade, concedido aos Tribunais de todos os ramos de Justiça do país.

Ao tomar conhecimento mais detalhado das ações realizadas e dos planos com projeção de execução em 2019, a desembargadora Ângela disse estar impressionada com os resultados obtidos pela equipe e ressaltou a necessidade da continuidade da política de responsabilidade socioambiental por meio do PLS. Ainda segundo a magistrada, os recursos ambientais são finitos, razão pela qual se deve agir de modo racional em relação ao seu uso.

Texto: Marcelo Santos Cardoso / Foto: Natália Rezende

Comunicação TJTO


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