Comissão do Tribunal de Justiça participa de workshop para aprimorar combate ao assédio

Lucas Nascimento Imagem mostra pessoas sentadas no auditório da Controladoria Geral do Estado diante de uma mulher falando, Tatiane Dias, durante whorkshop sobre assedio

Integrantes da Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral, Sexual e Discriminação do 2º grau (CASSEDIO2G) do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) participam, nesta semana, do "Workshop ABC do Assédio". O evento, que ocorre entre os dias 15 e 17 de outubro, no auditório da Controladoria-Geral do Estado (CGE/TO), é ministrado pela diretora de Responsabilização de Agentes Públicos e Entes Privados da Corregedoria-Geral, Tatiane Dias Medeiros.

Representam o Judiciário tocantinense a secretária executiva da comissão, Maria Clara Rezende Duarte Queiroz, e a membro Daniella Negry. Também participam a assistente social Elizete Alves do Nascimento Andrade e a psicóloga Fernanda Maria dos Santos Abreu, ambas do Núcleo de Acolhimento e Acompanhamento Psicossocial (NAPsi) do TJTO. A capacitação ocorre das 8h às 12h.

Segundo a secretária executiva da comissão, a participação no Workshop ABC do Assédio tem sido enriquecedora, por ampliar os conhecimentos da CASSEDIO2G sobre prevenção e apuração de condutas de assédio. “As exposições da instrutora Tatiane Dias e a troca com representantes da Unitins e de outros órgãos têm contribuído para fortalecer a integração e o compromisso conjunto com ambientes institucionais mais éticos e respeitosos”, afirmou.

O curso busca atender a um público diverso, incluindo servidores(as) de ouvidorias, áreas de gestão de pessoas, corregedorias e universidade.  De acordo com a instrutora Tatiane Dias, a formação abrange desde o alinhamento teórico sobre o que configura assédio moral e sexual até discussões práticas sobre a apuração dessas condutas. "A estratégia visa discutir de forma pragmática a conduta classificada como assédio moral, assédio sexual e importunação sexual", destacou.

Durante o workshop, serão apresentados papéis de trabalho e estratégias consideradas bem-sucedidas pela Corregedoria-Geral, órgão do Poder Executivo tocantinense. A programação inclui a simulação de audiências de processos administrativos e a análise de evidências circunstanciais que podem ser utilizadas pela autoridade julgadora.

Um dos principais desafios na apuração de casos de assédio é a produção de provas, tema que recebe atenção especial no curso. "A maior problemática em torno do assédio é a produção de provas", explicou Tatiane Dias. "Vamos tratar da sensibilidade envolvendo a vítima, de como ouvir o investigado e conduzir a investigação e a instrução processual como um todo", finalizou a facilitadora.


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