Com educação ambiental, Centro de Educação Infantil do Judiciário contribui para formação de cidadãos conscientes

O cuidado com o meio ambiente deve ser uma lição ensinada ao cidadão desde a infância; e no Poder Judiciário, o Centro de Educação Infantil (CEI) desenvolve ações que visam fomentar a educação ambiental entre os estudantes. Nesta sexta-feira (5/4), o ponto de coleta seletiva instalado na escola, em parceria com a prefeitura de Palmas, é um dos focos do Dia C da Coleta Seletiva, promovido pelo Município com o objetivo de conscientizar os alunos e suas famílias sobre a importância da reciclagem, assim como divulgar os pontos de recolhimento adequado dos resíduos sólidos na capital.

São 16 estações de coleta pela cidade e o ponto instalado no CEI estimula os alunos da unidade escolar a desenvolverem um senso de responsabilidade ambiental. Diversas outras atividades também ajudam a estimular o debate lúdico sobre o tema. “Assim como a estação da calçada, todos os espaços da escola têm lixeira seletiva e as crianças já conhecem os símbolos e as cores; então, depois de qualquer atividade onde é produzido lixo, eles já sabem onde tem que colocar”, destacou a coordenadora do CEI, Luciana Carvalho.

Outra ação de conscientização desenvolvida na escola, que também está diretamente ligada ao descarte correto do lixo, tem como foco o combate ao mosquito da dengue. “Este ano já fizemos várias ações em conjunto e os alunos confeccionaram repelente para a dengue, mosquiteira e armadilha para o mosquito. Recebemos também a presença do laboratório do Centro de Zoonose da Secretaria Municipal de Saúde de Palmas, que apresentou um desenho animado super apropriado para a idade dos nossos alunos”, afirmou a coordenadora.

Multiplicadores

Com as lições aprendidas em sala de aula, os alunos do CEI se tornam multiplicadores da ideia de uso sustentável e descarte correto do lixo. “É importante jogar lixo no lugar correto, porque ajuda a cuidar do meio ambiente”, destacou a aluna Gabriela Bessa, de cinco anos.

O estudante Gabriel Almeida também não deixa de repassar as lições ambientais. “Eu aprendi também que até o resto de comida pode ser aproveitado; ela vira adubo e ajuda as plantinhas”, afirmou.

Sthefany Simão

Comunicação TJTO


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