‘Caminhos Literários no Socioeducativo’ chega à 4ª edição e reforça o direito à cultura como eixo da socioeducação

Divulgação Imagem colorida com fundo roxo que mostra jovens diversos em cena, interagindo com equipamentos audiovisuais. No centro, aparecem os títulos “Caminhos Literários – 4ª edição” e “Adolescências em Cena”. A composição transmite inclusão, cultura e protagonismo juvenil.

A 4ª edição do projeto Caminhos Literários no Socioeducativo: pelo direito à cultura será realizada, no Tocantins, na próxima sexta-feira (4/7), com atividades nas unidades de internação provisória de Gurupi e Santa Fé do Araguaia. A iniciativa integra ação nacional promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com apoio do Programa Fazendo Justiça, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), e em articulação com o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO).

O projeto terá início nesta quinta-feira (3/7), em Brasília-DF e a abertura oficial será transmitida ao vivo pelo canal do CNJ no YouTube. O evento marca o início de uma série de atividades que reúne artistas, profissionais da cultura, representantes do Judiciário, do Executivo e adolescentes de 84 unidades socioeducativas do país.

Neste ano, o projeto tem como tema “Adolescência em Cena”, propondo um olhar sensível sobre o papel do audiovisual e das expressões culturais juvenis na construção de identidades, pertencimento e cidadania.

No Centro de Internação Provisória da Região Sul, em Gurupi, será realizada a oficina “Por trás dos meus olhos", em parceria com o curso de Jornalismo local. Durante a atividade, os adolescentes vão produzir a cobertura fotográfica do evento, e os registros farão parte de uma exposição coletiva. A ação será coordenada por Ellys Mara da Silva, Natyellen Souza e Rafael Bezerra Rabelo.

Já no Centro de Internação Provisória de Santa Fé do Araguaia, a programação inclui a atividade Cinema e reflexão, com exibição de filme e roda de conversa sobre as temáticas abordadas.

O projeto Caminhos Literários tem o objetivo de ampliar o acesso à cultura e à leitura para adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, reconhecendo a educação e a arte como caminhos de transformação, inclusão e justiça. A edição deste ano também integra as comemorações pelos 35 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), reafirmando o compromisso do CNJ com os direitos fundamentais de crianças e adolescentes.

 


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