Arraias terá ações do Programa de Atenção à Saúde voltado a servidores(as) e magistrados(as) da comarca

Reprodução Cecom/TJTO

Os(as) magistrados(as), servidores(as), estagiários(as) e demais colaboradores(as) da Comarca de Arraias receberão, na próxima semana, o Projeto de Atenção à Saúde (PAS) do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO). Realizado pela equipe da Diretoria de Gestão de Pessoas (Digep), por meio do Centro de Saúde (Cesau), em parceria com a Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), o evento acontecerá de 15 a 19 de setembro, das 8 às 18 horas.

O objetivo do programa é fortalecer o sentimento de pertencimento dos(as) colaboradores(as) em relação ao ambiente de trabalho. A proposta é proporcionar o aperfeiçoamento de habilidades comportamentais que propiciem a prevenção de doenças, a melhoria das relações sociais, pessoais e laborais, potencializando a satisfação pessoal, o sentimento de cooperação, respeito e identidade para com o trabalho.

O Programa de Atenção à Saúde se originou de uma proposta do Comitê Gestor da Política de Atenção Integral à Saúde de Magistrados e Servidores do Poder Judiciário, em atendimento à Resolução nº 207/15 do CNJ, e teve por escopo contribuir para a melhoria da saúde, da qualidade de vida e do trabalho de magistrados e servidores.

Programação

Módulo 1- 15 a 17 de setembro
Palestrante da área de Psicologia:

•    A influência das relações sociais na saúde e na qualidade de vida;
•    A relevância da ética e o seu impacto na saúde;
•    O comportamento preventivo frente a manifestações indesejadas no/do ambiente de trabalho e a resiliência;
•    Identificação de adoecimentos relacionados ao trabalho (burnout, dependência química, fadiga/estresse, excesso ou falta de atribuições, entre outros) e atitudes preventivas;
•    Atitudes cotidianas positivas que melhoram a saúde.

Módulo 2 - 18 e 19 de setembro
Palestrante da área Social:

•    A participação social e sua influência no estado de saúde;
•    A relevância da atividade proativa na constituição do ser individual e coletivo (responsabilidade social ativa e corresponsável, protagonismo social, redes);
•    A relevância dos espaços de convivência e de atuação pública;
•    Assédio moral e sexual: orientações e serviços de apoio;
•    Acessibilidade e inclusão.


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