Servidores compromissados com a ética profissional, humanizados e que façam a diferença no Poder Judiciário. Essa foi a mensagem do professor, Doutor Eduardo Bittar, da Universidade de São Paulo (USP), que proferiu palestra com o tema Ética e Moralidade, para os Servidores do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), na Escola Judiciária. A palestra do professor marcou o encerramento do semestre letivo do curso de Gestão do Judiciário ofertado a 100% dos Servidores. A aula foi transmitida ao vivo para as 42 Comarcas do Estado.
Na palestra, Bittar levou questionamentos e desafios aos Servidores, promovendo interação com os mesmos. A Diretora da Escola Judiciária, Maria Luiza Nascimento, acompanhou o professor.
“É fazendo a diferença que nos humanizamos”, sintetizou o professor, apontando que no Plano Nacional de Direitos Humanos, o servidor público é tido como um “ativo promotor da democracia na sociedade”. Ele frisou que por trás dos papeis dos processos que tramitam no Poder Judiciário existem casos de dor, sofrimentos, litígios e ansiedade que precisam ser levados em conta e tratados de forma humanizada. “Os números, as estatísticas são importantes, mas temos que pensar mais na qualidade dos serviços.”
FORMAÇÃO
“Não adianta uma boa estrutura se o indivíduo (Servidor) não tem interesse”, sintetizou o professor Bittar ao falar sobre a importância da qualificação, reciclagem e formação dos Servidores. Para ele, a Escola Judiciária do TJTO é uma ação extremamente importante, estratégica. “Senti uma enorme propensão para a formação dos Servidores, em especial pela Escola Judiciária. É um espaço de reciclagem especial e torço para que se torne uma Escola modelo para o País. Esse é um desafio para a cidadania local. Oxalá cada estado tivesse uma escola como a do Tocantins”, elogiou.
Assessoria de Comunicação do TJTO
Na palestra, Bittar levou questionamentos e desafios aos Servidores, promovendo interação com os mesmos. A Diretora da Escola Judiciária, Maria Luiza Nascimento, acompanhou o professor.
“É fazendo a diferença que nos humanizamos”, sintetizou o professor, apontando que no Plano Nacional de Direitos Humanos, o servidor público é tido como um “ativo promotor da democracia na sociedade”. Ele frisou que por trás dos papeis dos processos que tramitam no Poder Judiciário existem casos de dor, sofrimentos, litígios e ansiedade que precisam ser levados em conta e tratados de forma humanizada. “Os números, as estatísticas são importantes, mas temos que pensar mais na qualidade dos serviços.”
FORMAÇÃO
“Não adianta uma boa estrutura se o indivíduo (Servidor) não tem interesse”, sintetizou o professor Bittar ao falar sobre a importância da qualificação, reciclagem e formação dos Servidores. Para ele, a Escola Judiciária do TJTO é uma ação extremamente importante, estratégica. “Senti uma enorme propensão para a formação dos Servidores, em especial pela Escola Judiciária. É um espaço de reciclagem especial e torço para que se torne uma Escola modelo para o País. Esse é um desafio para a cidadania local. Oxalá cada estado tivesse uma escola como a do Tocantins”, elogiou.
Assessoria de Comunicação do TJTO