Abertas as pré-inscrições para curso de framework Angular para profissionais do Judiciário

Foto: Divulgação/CNJ Imagem colorida onde uma mulher de cabelo preto e franja, usando uma camisa cinza, está escrevendo em um caderno e mexendo em um notebook em um cenário todo azul com elementos tecnológicos

O Programa Justiça 4.0 abriu as pré-inscrições para o curso de framework Angular, voltado a profissionais do Poder Judiciário. As pessoas interessadas podem se inscrever por meio do formulário até 11 de agosto. Ao todo, 250 vagas estão disponíveis. A formação, que será realizada por meio do ambiente virtual Moodle, tem carga horária de 40 horas – sendo 24 síncronas (aulas ao vivo de imersão e aulas práticas) e 16 assíncronas, em que o cursista pode realizar as atividades conforme a própria disponibilidade. O curso tem duração de nove semanas, com início em 2 de setembro e encerramento em 3 de novembro.

O Angular é um framework Javascript de código aberto. Ele é utilizado para construir aplicativos para web baseados em uma única página dinâmica. Os desenvolvedores também usam essa ferramenta para criar menus animados para páginas de internet baseadas em HTML. É necessário dominar a linguagem de programação Java, em nível avançado, para acompanhar as aulas.

A seleção dos participantes seguirá critérios técnicos disponibilizados no FAQ. A lista de selecionados será divulgada até 16 de agosto na página do curso.

A formação será adaptada, posteriormente, para oferta autoinstrucional na plataforma de educação a distância do CNJ, o Ceajud.

Sobre o curso

O curso será ministrado por Bruno Batista, mestre e doutorando em Ciência da Computação pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Bruno também é docente na Universidade de Fortaleza (Unifor) e pesquisador do Laboratório de Redes de Comunicação e Segurança (Larces). Possui experiência nas áreas de SDN, OpenFlow, Cloud Computing, Internet of Things, Gerenciamento de Redes e Redes Ópticas.

O objetivo da formação é habilitar os participantes a desenvolver e manter soluções de software utilizando o framework Angular, tornando-os aptos a apoiar a implantação e utilização da Plataforma Digital do Poder Judiciário (PDPJ-Br) nos tribunais em que atuam. Entre os conceitos que serão abordados, estão: preparação do ambiente do zero para desenvolvimento de aplicações web, desenvolvimento Fullstack com Angular e Spring Boot, boas práticas e Clean Code, criação de soluções flexíveis, extensíveis e testáveis, e desenvolvimento de APIs com Spring Boot, Spring Cloud e Banco de Dados.

Confira todos os detalhes sobre a formação de Testes Automatizados na ficha do curso.

Capacitações em Java para a PDPJ-Br

O Programa Justiça 4.0 oferece cursos em Java voltados à capacitação técnica no uso da Plataforma Digital do Poder Judiciário (PDPJ-Br). A finalidade é promover a formação e o aperfeiçoamento profissional de servidores do Poder Judiciário para disseminar a plataforma. Saiba mais sobre a iniciativa assistindo ao Webinário de Lançamento das Capacitações Java para a PDPJ-Br.

O cronograma de oferta e os detalhes de cada curso estão descritos na página das capacitações. O Justiça 4.0 disponibiliza o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. para dúvidas e demais informações. As capacitações Java para a PDPJ-Br são realizadas em parceria com a Unifor e integram as ações de aperfeiçoamento funcional do Programa Justiça 4.0.

Programa Justiça 4.0

Iniciado em 2020, o Programa Justiça 4.0 é fruto de um acordo de cooperação firmado entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), com apoio do Conselho da Justiça Federal (CJF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), Tribunal Superior do Trabalho (TST), Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Seu objetivo é desenvolver e aprimorar soluções tecnológicas para tornar os serviços oferecidos pela Justiça brasileira mais eficientes, eficazes e acessíveis à população, além de otimizar a gestão processual para magistrados, servidores, advogados e outros atores do sistema de Justiça.

Texto: Isabela Martel / Edição: Ana Terra / Agência CNJ de Notícias


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