Foi aberta na tarde desta segunda-feira, (13/5), a Correição Geral Ordinária na Comarca de Palmas. Durante esta semana, o atendimento ao público fica suspenso para que o trabalho possa ser desenvolvido conforme provimento da Corregedoria Geral de Justiça do Tocantins nº. 2/2011-CGJUS que estabelece a realização de Correição nas comarcas do Estado no mês de maio de cada ano.
Participaram da solenidade de abertura, realizada no Salão do Tribunal do Júri, o Corregedor Geral de Justiça, desembargador Luiz Aparecido Gadotti, o diretor do Foro, juiz Pedro Nelson de Miranda Coutinho, o chefe de gabinete da Procuradoria Geral de Justiça, promotor público Kasuo Otsuka, o superintendente de elaboração legislativa, Agostinho Araújo Rodrigues Junior, representando o procurador geral do município de Palmas, Públio Borges, o conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Tocantins, Rodrigo Otávio Coelho e o juiz auxiliar da Corregedoria Geral de Justiça, Adonias Barbosa da Silva, além de magistrados e servidores do Fórum.
Ao declarar abertos os trabalhos, o Corregedor Geral, desembargador Luiz Gadotti disse que a Correição é um dever institucional do Poder Judiciário. “Precisamos realizar essa espécie de radiografia, sempre pensando em avançar no Judiciário”, enfatizou.
O diretor do Foro, juiz Pedro Nelson de Miranda Coutinho, fez um reconhecimento público ao desembargador Luiz Gadotti, lembrando que foi durante sua gestão o início das obras de construção do prédio do Fórum de Palmas. O diretor aproveitou para esclarecer que durante a Correição serão observadas as rotinas de cada cartório. “Nosso objetivo é melhorar a prestação jurisdicional, por isso essa semana é importante para todos nós”, disse.
O conselheiro da OAB/TO, Rodrigo Otávio Coelho elogiou a iniciativa dos magistrados e servidores que se empenham na digitalização dos processos físicos. “Quero aproveitar a oportunidade para agradecer essa atitude extremamente positiva que certamente resulta em celeridade processual, beneficiando os advogados e, principalmente os jurisdicionados”, ressaltou.