TJTO participa de reunião nacional sobre Linguagem Simples no Poder Judiciário

Divulgação A imagem mostra uma sessão realizada no auditório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília. No centro do espaço, vê-se a mesa diretora, com autoridades sentadas à frente do plenário, tendo ao fundo o painel com a logomarca do CNJ – Conselho Nacional de Justiça e a bandeira do Brasil.  O ambiente é amplo, moderno e bem iluminado, com iluminação embutida no teto e revestimento em madeira nas paredes laterais. À frente, integrantes da mesa conduzem os trabalhos, enquanto servidores, magistrados e convidados acompanham a sessão sentados no plenário. Algumas pessoas estão em pé, registrando o momento com celulares, o que indica a relevância institucional do evento.

O Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO) participou, nesta terça-feira (16/12), da 2ª Reunião Nacional sobre Linguagem Simples no Poder Judiciário, referente ao ano de 2026. O encontro ocorreu no auditório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília/DF.

O evento reuniu representantes de tribunais de todo o país para debater estratégias de implementação e aprimoramento da linguagem simples no sistema judiciário brasileiro. Entre os destaques, estiveram as discussões sobre a Lei nº 15.263/2025, que estabelece novas diretrizes para a adoção da linguagem simples na comunicação institucional do Poder Judiciário.

O TJTO foi representado pelo gestor do Programa de Linguagem Simples do Tribunal (Simplestoc), André Vinícius D’i Oliveira Gomes.

No Tocantins, o programa foi instituído pela Portaria Conjunta nº 16/2023 e atualizado pela Portaria nº 1.621/2025. É coordenado pela juíza Flávia Affini Bovo.

O Simplestoc tem como objetivo promover uma comunicação judicial mais clara, acessível e compreensível aos cidadãos tocantinenses.

Pacto pela Linguagem Simples

O Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples reúne 91 tribunais brasileiros comprometidos com ações, iniciativas e projetos voltados ao uso de uma linguagem clara, direta e compreensível, tanto na redação de decisões judiciais quanto em toda a comunicação institucional com a sociedade.

A linguagem simples também está alinhada ao princípio da acessibilidade. Nesse contexto, os tribunais são incentivados a ampliar o uso de recursos inclusivos, como a Língua Brasileira de Sinais (Libras), audiodescrição e outras ferramentas que assegurem a plena compreensão das informações sempre que possível.





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