Juízes diretores de Foro garantem engajamento e sugestões para incrementar o Plano de Logística Sustentável do TJTO

Mais do que nunca as questões ambientais são uma preocupação para as instituições públicas. Por isso, o Núcleo de Gestão Socioambiental (Nuges), a Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável e a Presidência do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) vêm se reunindo com os juízes das comarcas do Estado para apresentação de sugestões e críticas à revisão do Plano de Logística Sustentável (PLS). No início da semana, a reunião aconteceu por videoconferência com alguns magistrados e diretores de Foro que reforçaram o compromisso com a economia de gastos públicos e a preservação do meio ambiente. 

O juiz da Comarca de Miranorte, Ricardo Gagliardi, compartilhou os projetos desenvolvidos quando era titular na Comarca Colméia, em que auxiliou na criação de ambulatório, salas de aula para os custodiados, dentre outras ações para melhorar a situação da cadeia pública local.

"A ONU lançou 17 objetivos de desenvolvimento sustentável para a Agenda 2030, que abordam dimensões econômica, social e ambiental. Esses objetivos tratam da miséria, fome, transparência do serviço público, preservação ambiental", lembrou o magistrado. 

A juíza da Comarca de Peixe, Ana Paula Toríbio, também informou que sempre tentou fazer o trabalho de conscientização nas comarcas por onde passou e se comprometeu a aferir o real consumo e fazer o alinhamento com as metas utilizando os medidores do sistema ASI (uma ferramenta para medir os gastos com água, papel, energia, dentre outros). 

Gestor do Programa “TO Sustentável”, o juiz Pedro Nelson de Miranda Coutinho também destacou a necessidade da implantação dos Painéis de BI (Business Intelligence), a fim de saber para onde estão sendo direcionados os recursos. Essa é mais uma ferramenta que possibilitará transparência nos gastos com o dinheiro público. "Por isso, é muito importante a colaboração de todos os juízes para que adotem a política de sustentabilidade do Tribunal e executem ações socioambientais em suas comarcas", explicou. 

Juízes na linha de frente

"O PLS é um importante instrumento de controle e gestão de gastos do Tribunal, e os tribunais superiores têm investido bastante em medidas socioambientais, já que a sustentabilidade é responsabilidade de todos na sociedade em que vivemos", destacou a desembargadora Ângela Prudente, presidente da Comissão Gestora do PLS-JTO durante a videoconferência, ao ressaltar que os juízes diretores das comarcas são peças fundamentais para a construção democrática e participativa na revisão do próximo PLS, que possui conotação e pontuação importante no Prêmio CNJ de Qualidade e no cumprimento das metas. 

"O PLS consiste em várias ações executadas anualmente e possui mecanismos de monitoramento e acompanhamento de resultados e gastos, permitindo que as práticas de sustentabilidade sejam acompanhadas, considerando a visão sistêmica do órgão", explicou a coordenadora do Nuges, Leila Jardim, que apresentou informações detalhadas do PLS, entre elas os indicadores que são observados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) através dos mecanismos de monitoramento e avaliação. 

Participantes

Fizeram-se presentes  Glacielle Borges Torquato, chefe de Gabinete da Presidência; Jonas Demóstene Ramos, diretor geral do TJTO; Ronilson Pereira da Silva, diretor Administrativo; Patricia U. Idehara, servidora do Núcleo de Gestão Ambiental; os magistrados diretores de Foro Luciano Rostirolla, Ricardo Gagliardi, Edssandra Barbosa da Silva Lourenço, Aline Bailão, Flávia Afini Bovo, Jean Fernandes Barbosa de Castro, Márcio Soares da Cunha, Milton Lamenha de Siqueira, Ana Paula Araujo Aires Toríbio, Jorge Amâncio de Oliveira, William Trigilio da Silva, Adhemar Chúfalo Filho, Arióstenis Guimarães Vieira, Marcelo Laurito Paro, Marcelo Eliseu Rostirolla, Nelson Rodrigues da Silva, Fabiano Gonçalves Marques e Márcio Ricardo Ferreira Machado; E ainda os os servidores Guilherme Rocha, da Corregedoria Geral de Justiça do Tocantins, Sara Sousa, servidora da Diretoria Administrativa, e Marcelo Santos Cardoso, jornalista do Centro de Comunicação Social.

Texto: Gabriela Almeida

Comunicação TJTO


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