Equipe do Tribunal de Justiça de Sergipe conhece e aprova o funcionamento da Secrim

A equipe designada pelo Tribunal de Justiça de Sergipe para saber mais sobre o sistema de processo eletrônico implantado pelo Tribunal de Justiça do Tocantins – e-Proc/TJTO, conheceu, na manhã desta sexta-feira (31/7), o funcionamento da Secretaria das Varas Criminais da Comarca de Palmas (Secrim). O grupo, liderado pela juíza auxiliar da Presidência do TJSE, Dauquíria de Melo Ferreira, e pela juíza titular da 9ª Vara Criminal de Aracaju, Jumara Pinheiro, e composto pela secretária da Tecnologia e Informação, Denise Martins Moura Silva, diretora de Modernização (em substituição), Alinne de Oliveira Morais, e pelo chefe de Divisão Criminal, Thiago Porto Morais, foram recebidos inicialmente pela diretora do Foro de Palmas (em substituição), juíza Ana Paula Brandão Brasil.

Em seguida, acompanhado pelo diretor de Tecnologia da Informação do TJTO, Marco Aurélio Giralde, e pelo diretor Judiciário, Francisco de Assis Sobrinho, o grupo se dirigiu à 3ª Vara Criminal de Palmas, onde foram recebidos pelo juiz titular e presidente da Secrim, Rafael Gonçalves de Paula, pelo promotor André Ramos Varanda e pelo defensor público Fábio Monteiro dos Santos. Lá, eles conheceram com detalhes as facilidades oferecidas pelo sistema e-Proc para a agilidade dos processos.

Depois de visitar a Secrim e ser informada sobre o seu funcionamento, com o reconhecimento pelos servidores e pelo magistrado presidente da Secretaria das Varas Criminais da Comarca de Palmas de que sua implantação facilitou o andamento dos trabalhos e promoveu economicidade de tempo e de custos financeiros, a equipe visitou a 2ª Vara Cível de Palmas, comandada pelo juiz Luís Otávio de Queiroz Fraz.

Marco Aurélio Giralde disse que o TJTO recebeu com muita satisfação a equipe do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, “que veio conhecer o sistema de processo judicial eletrônico (e-Proc/TJTO), com o foco principal na área criminal, segmento da justiça que não é atendido pelo sistema próprio deles, nem pelo sistema do CNJ (Pje)”.

“A decisão de conhecer o nosso sistema in loco”, disse o diretor, “demonstra mais uma vez a certeza de que a solução implementada no Sistema de Justiça do Estado do Tocantins está sendo vista além das fronteiras da nossa circunscrição, o que nos deixa gratos e convictos de que estamos no caminho certo, com um sistema de tecnologia que atende a todos os segmentos da Justiça”.

 

Luiz Pires – Cecom/TJTO

 

 


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